Sexta-feira, Outubro 10, 2008

Esticando pela noite FóR(i)a (para rimar com memória)

Sinto o húmido aviso...
Espesso e leitoso.
Sinto-o quente, explosivo...
Suave e cremoso!

Áspero, bem rugoso...
Badalhoco e grandito.
Enrubesce no desgosto...
De se entusiasmar sem pito.

Playboy na lembrança...
Uma revista fenomenal!
Numa gaita sem esperança,
A punheta é imortal!

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4 Comentários:

Às 10 de Outubro de 2008 14:38 , Blogger Chas. disse...

Assim sim... quem é que comanda aqui? EU é que pedi!! ;)

 
Às 10 de Outubro de 2008 16:49 , Blogger AJ disse...

Verifica-se que o autor se encontra sem validade literária e reduzido a esgalhar a sua árvore de fruto.
Venho assim por este meio pedir que o autor faça mais destas porque dão textos bem preciosos.

 
Às 12 de Outubro de 2008 21:32 , Anonymous João disse...

LOOL Eh pá, como é possível este senhor escrever coisas destas, cada uma mais hilariante, javarda e sem qualquer validade literária que a anterior??

Pois é pois é pois é pois é!

 
Às 13 de Outubro de 2008 12:35 , Blogger Norsk Tørskfisk disse...

Verifica-se de facto e concretamente uma total ausência de validade literária, que entusiasma o mais trombudo dos leitores.

Como é apanágio do autor, este texto mais uma vez produz aquela reacção particular e muito validativa do texto que é a de rebolar de tanto rir...

 

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