<?xml version='1.0' encoding='windows-1252'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7714708</atom:id><lastBuildDate>Thu, 03 Jul 2008 14:39:52 +0000</lastBuildDate><title>Penal - Para quem não leva a mal</title><description/><link>http://penal.com-palavras.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Chas.)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>114</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-7560011872718987894</guid><pubDate>Fri, 27 Jun 2008 12:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-02T15:27:23.930+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>O Encalacrador Implacável</category><title>O Encalacrador Implacável - Episódio 2</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Localidade incerta, algumas dezenas de anús no futuro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As segóvias voadoras cruzavam os céus, com as suas asas branco leitosas estendidas ao vento. Esporadicamente uma delas atacava outra, com o seu apêndice sexual crescendo mais de 500%, arrastando o par de animais para o chão numa última, e mortal, enrabadela. Nem as árvores-mangueira, com o seu formato fálico e cuja seiva odorífera fazia lembrar o cheiro encontrado numa casa de albergadoras Chinesas &lt;strong&gt;(1),&lt;/strong&gt; amparavam a que(d/c)a vertiginosa. Numa alta janela de um alto edifício uma personagem observava todo este espectáculo, visivelmente enojado. “Isto vai mudar... eu vou conseguir mudar este mundo nojento!!” disse, afastando-se. Aproximou-se rapidamente daquilo que parecia uma estatueta de um rabiosque de cristal, mas que no seu interior continha imagens saltitantes. “O meu plano está a correr como previsto! Em breve toda este mundo de lascívia vai acabar! AH AH AH AH” – as suas gargalhadas ecoaram por quilómetros, enquanto um Tesão ciclónico começava a formar-se no exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lisboa, alguns anos atrás (de quem? Como? Oi? Pois é pois é pois é pois é!)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gina&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Victor Gina dirigia-se, já um pouco torto depois de 3 canecas de 5 litros de cerveja bebidas de penaltie (Porra, se é penalte, é para expulsão!!!!), à bonita e mais popular diversão da Feira Copular, o “Trem Mistério”. Naquelas horas matinais o recinto encontrava-se quase deserto, pelo que depois de comprar 20 bilhetes ao Sr. Aurélio, lhe pediu para pôr o circuito do trem em loop. Os esqueletos já bastante desossados, os fantoches que caíam do tecto com a espuma de enchimento a saltar, as gargalhadas robóticas que pareciam terem sido gravadas num rádio rasco chin.. coreano &lt;strong&gt;(2),&lt;/strong&gt; tudo isto contribuía para que as viagens no “Trem Mistério” fossem bastante relaxantes... mas pouco ou nada misteriosas.&lt;br /&gt;A sua mente voava ebriamente enquanto o vagão andava por entre os corredores. Depois de algumas voltas, por entre o a penumbra, aconteceu algo que o surpreendeu: na 1ª carruagem pareceu ver uma rapariga. Uma rapariga desnuda, de rabo (enorme) virado na sua direcção. Gina esfregou os olhos enquanto se ouviu uma voz, brasileira, por cima das gargalhadas mecânicas “Vêm Gininho, vêm, o meu pacote é todo seu...!”. Gina, incrédulo mas completamente excitado, tanto pelo rabo (que parecia ainda maior) como pelo sotaque da menina, começou a galgar cadeiras da carruagem, naquela direcção. “Ô, Gininho....” suspirava a brasileira, e Victor aumentava a sua velocidade, tal como os vagões também pareciam aumentar. O trem saía do tûnel, e voltava a entrar no túnel, continuando o seu loop. Finalmente Gina alcançou babado a 1ª carruagem, e com um salto agarrou a brasileira pelo rabo e tratou de a penetrar. Durante um breve momento a sua cara revelou uma expressão de puro deleite, até mudar para surpresa, ao verificar que onde antes estava aquele rabo (mesmo grande), estava agora apenas um manequim de montra, acastanhado. “Mas que caraças... o que é isto?” disse Gina, contemplando um mostrador electrónico que começou a fazer uma contagem descrescente. No momento em que a carruagem saiu do túnel, uma explosão desfez, homem e manequim, numa enorme papa visceral.&lt;br /&gt;O Sr. Aurélio coçou a cabeça, observando, e pensou que era mesmo este tipo de animação misteriosa que estava a faltar ao “Trem Mistério”. Olhou em volta, e ao ver um funcionário da câmara com uma vassoura, disse “Ó amigo, limpa aqui esta javardeira, que logo à tarde vêem à feira os “Canta Baía”, e ainda pensam que isto é um feijoada”&lt;br /&gt;O funcionário, com um olhar assassino, dirigiu-se ao Sr. Aurélio, agarrando a sua vassoura com força. Ajeitou o boné, puxou a vassoura atrás, rangeu os dentes e... encolheu os ombros e começou a varrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Belém, duas da manhã do mesmo dia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um rapaz de ar infeliz mexia o caldeirão do recheio para os pastéis. O suor escorria-lhe pela cara. Uma explosão repentina atirou o creme pela sala, deixando no seu lugar uma esfera cintilante de energia que se desvaneceu, lentamente. No seu lugar restou uma figura feminina de idade bastante avançada, nua (ARGH), que se levantou e dirigiu a palavra ao rapaz. “Ó jovem, não tem aí um avental para eu vestir? Tá bem que até já fiz nudismo e participei em orgias no Meco, mas era sempre com o meu Rato, não é aqui nesta fábrica de pastéis que nem são nada de jeito!!!”. O rapaz, de olhos esbugalhados, saíu disparado pensando que o que lhe pagavam não compensava aquelas visões horrendas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(continua)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(1)&lt;/strong&gt; nota do autor – apenas para o caso de um dos leitores (ah ah ah) ser natural desta gloriosa nação, esclareço que a mesma foi escolhida ao acaso, dentro desse belo e bonito continente asiático que eu já tive o prazer de visitar, em particular o referido país que tanto me marcou, especialmente o estômago e a carteira. Se o hipotético leitor for empregado do Restaurante Chinês de Telheiras, acrescento que adoro tudo o que é chinês, tenho a pila bem pequenina, adoro céus permanentemente cinzentos e estou a considerar pedir a nacionalidade chinesa, depois de comer uma bela espetada de cão. Não é preciso vingar-se no meu porco doce, camarada! Xìe xìe! &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(2)&lt;/strong&gt; nota do autor – veja caro hipotético leitor chinês, como não caí no estereótipo habitual de classificar coisas rascas como provenientes de armazéns chineses. Já coreanos, é outra coisa. Que tótós ahah (os do sul... ups). Se o leitor fôr empregado do Restaurante Chinês de Telheiras, podia-me fazer o favor de ir pedindo um crepe para entrada. &lt;/p&gt;</description><link>http://penal.com-palavras.com/2008/06/o-encalacrador-implacvel-episdio-2.html</link><author>noreply@blogger.com (João)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-6637684629846332457</guid><pubDate>Sun, 22 Jun 2008 21:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-23T02:15:49.330+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>chas</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Nalgatorius</category><title>Nalgatorius, o Erectus (VI)</title><description>Cenas do episódio anterior:&lt;div&gt;"&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Na mesa, à cabeceira, estava um prato, cinco talheres e dois copos. Ele dirigiu-se até lá e pousou a embalagem da encomenda. De seguida, sentou-se na esquina do sofá branco enquanto assimilava a decoração...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;"Pelas fotos concluiu que a professora viveria sozinha e que seria solteira... teria cerca de 30 anos, muito a tempo de constituir família!"&lt;br /&gt;Continuou a assimilar informação até começar a ouvir novamente passos na direcção da sala. Desviou o olhar focando Pacheca entrando e sentando-se junto dele.&lt;br /&gt;Nunca a tinha visto de cabelo solto, mas ficava extremamente sensual e jovial, assim como o seu odor aflorado, leve e refrescante, o deixara desconcertado.&lt;br /&gt;Ela olhou-o intensamente nos olhos, aumentando a dilatação das pupilas e a intensidade do brilho, e oscolou-o hipnoticamente na boca.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Lábios húmidos entrelaçaram-se de desejos, línguas libidinosas esgrimiram seus recalcamentos,  seus corpos se fundiram de calor e suor.... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ela agarrou-se à face de Erectus, puxando ferozmente pelos seus cabelos e pelas suas orelhas... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ele puxou a parte superior do vestido... A pele húmida e fina fez descair sua mão até aos seios volumosos e excitados de sua parceira. Acariciou-os suavemente, querendo controlar a situação, ela respondeu-lhe num esgrima mais agressivo e numa respiração bela e harmoniosa. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O jogo corporal de Erectus encaminhou-os para o chão. Pacheca, entusiasmada, agarrou nas mãos dele, esticou-as até à posição do "Homem Vitruviano" e fixou-o de costas  no chão. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Era a vez dela controlar!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Recolocou o vestido na posição original e sentou-se em cima da pélvis do seu parceiro, desabotoou os primeiros botões da camisa e beijou-lhe o queixo. Enquanto lhe acariciava o peito peludo, seus beijos contornavam o pescoço... e as orelhas eram trincadas com suavidade jovial...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As carícias deixavam Nalgatorius em transe, os olhos rolavam fora de órbita e seus mamilos estavam ligeiramente erectos! Os contornos íntimos de sua parceira, sentados ao seu colo, eram suaves e apetecíveis.  A posição erótica permitia à sua arma cilíndrica estar completamente almofadada pelas formas femininas e apesar do contacto indirecto era como se estivesse dentro dela!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E gemeu, gemeu intensamente de prazer quando os beijos chegaram ao umbigo... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pacheca, assistindo ao descontrolo seminal do seu parceiro, parou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Nalgatorius... creio que já seja tarde. É melhor ires até casa! - ordenou ela.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- ... Ahaohahh?! - Exclamou ele, um pouco confuso e ainda em transe - porque parou aqui?! estava a ser tão bom...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Já nos excedemos o suficiente... isto nem devia ter acontecido! Não resisti...  Creio que já tenha recompensado pelos danos originados na sala de aula. - Explicou ela.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Mas...?! Ok... A professora tem razão... confesso que só não estava à espera.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Abotoou a camisa sem olhar para Pacheca e caminhou até à porta de saída.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Nalgatorius.... - Chamou ela levemente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ele virou-se, sem nunca lhe olhar nos olhos e retorquiu:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Sim?!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Não me vou esquecer deste bom momento.... e por favor volte a olhar-me nos olhos!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Erectus não lhe respondeu (nem olhou). Abriu a porta e fechou-a logo de seguida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(Continua brevemente...)&lt;/div&gt;</description><link>http://penal.com-palavras.com/2008/06/nalgatorius-o-erectus-vi.html</link><author>noreply@blogger.com (Chas.)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-8420793055570720235</guid><pubDate>Wed, 18 Jun 2008 13:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-18T16:01:32.374+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Uncle Dildo</category><title>Interlúdio Encalacrável</title><description>Faremos aqui uma pausa na hecatombe espácio-temporal, que tão garbosos valentes nos tem roubado na flôr da vida, mercê dum ignóbil estratagema digno de H.G. Wells e Dona Branca.&lt;br /&gt;Debrucemo-nos agora sobre o corpo moribundo do nosso herói, o (que já não chegará a ser Guarda) Régio, enquanto meditava nos acontecimentos que o tinham levado (e feito levar) àquela mísera condição...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Música dos ARAKETU - Lírica de Oscar Alho)&lt;br /&gt;"Mal encalacrado/&lt;br /&gt;Você mi deixoouu/&lt;br /&gt;Mal encalacrado/&lt;br /&gt;Você m'abandonoou..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Então volta/&lt;br /&gt;mi surpreendi por ditráis/"&lt;br /&gt;Sua vassoura mi fez tão feliiiz..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*cof! cof!*&lt;br /&gt;A gargantinha de Régio (pra não falar do restante tracto digestivo) estava particularmente irritada, nem com Tuntum Verde ia lá... Aquele humanóide tinha deixado muitas farpas com a sua vassoura , mas a maior permanecia no seu curação...&lt;br /&gt;Nunca mais o iria ver, nem teria oportunidade de lhe agradecer por lhe ter aberto os horizontes...&lt;br /&gt;Noutro tempo, um futuro Guarda Régio começou a olhar com redobrado interesse para o pacote do seu colega Esteves. "Que diabo, o gajo até é giro... Como é que eu nunca reparei nele antes?" Imediatamente largou a peganhenta revista hentai e seguiu o companheiro, trauteando um tema dos Village People, enquanto aquele se dirigia para os urinóis...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No tempo presente outras coisas se passam. Junto a Régio, uma dobra temporal (estranhamente vulvesca) abre-se, deixando sair um desgrenhado motoqueiro. Sem mota.&lt;br /&gt;Pois este não era senão Ganryubigu, o MadMax Peidimensional, perdido num arco narrativo desprezado pelo autor, ainda e sempre em busca do seu amor perdido, Sissi, a Imperatriz da Crica!&lt;br /&gt;"Epá, qu'é que t'aconteceu?" - disse ele para o prostrado Régio.&lt;br /&gt;"Fui encalacrado, e mal..."&lt;br /&gt;"Estou a ver... Sabes que ainda posso fazer algo por ti."&lt;br /&gt;"Não creio... E-estou muito mal... Devo ter de ser velado com a tampa fechada, todos terão vergonha do modo como fui...*cof!* Menos eu! Finalmente vi a luz!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O brilho da compreensão faíscou nos olhos de Ganryubigu. Também este pobre desgraçado tinha sido iluminado! A Estimulação Próstica poderia chegar a qualquer um!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vejo que foste abençoado. Mas o teu corpo não teve capacidade para albergar tamanha benção. Tratarei de te libertar deste sofrimento..."&lt;br /&gt;E antes que Régio tivesse tempo de balbuciar um "obrigadinho", o punho flamejante de Ganryubigu rasgou o ar da noite e as suas entranhas, cauterizando os ferimentos de Régio e proporcionando-lhe um segundo Nirvana, este final e redentor.&lt;br /&gt;E entesador, pois o corpo de Régio, agora miraculosamente regenerado, equipava uma valente erecção!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Parece que sempre te vão velar com a tampa aberta."</description><link>http://penal.com-palavras.com/2008/06/interldio-encalacrvel.html</link><author>noreply@blogger.com (Captain Dildough)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-6937370959244503494</guid><pubDate>Tue, 03 Jun 2008 13:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-02T15:27:23.931+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>estefano</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>O Encalacrador Implacável</category><title>O Encalacrador Implacável – Episódio 1</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Amadora, 23 horas, alguns anos atrás (de quem? Como? Oi? Pois é pois é pois é pois é!)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A noite estava escura, e as ruas da Amadora especialmente vazias, naquela noite chuvosa. Os raios rasgavam os céus, iluminando momentaneamente a escuridão. Subitamente, um relâmpago pareceu ganhar vida, percorrendo crepitante os céus e atingindo as traseiras de uma carrinha da “Familly Tost”, que ardeu em segundos, ao som da sua ritmada cançoneta-buzinada “TE-re-RE-re-RE-re-RIIII!”. Por entre os restos carbonizados do veículo, uma esfera de energia cintilante desvaneceu-se lentamente. No seu lugar restou um corpo estranho e desnudo, enrolado numa posição quase fetal, ou talvez na posição que Marylin Manson tanto tentou alcançar em adulto à custa de algumas costelas (analogia gentilmente patrocinada por “&lt;em&gt;Auto-Bico: o seu concessionário&lt;/em&gt;!”). A figura levantou-se, limpou os cantos da boca, e avançou na direcção do homem que limpava a rua, com uma pá.&lt;br /&gt;- O que é que queres ó panasca? – perguntou o varredor, visivelmente chocado, fixando o olhar, esbugalhado, no volumoso baixo ventre que tinha à sua frente – Apareceres nú a esta hora numa rua respeitável!!&lt;br /&gt;- A tua roupa... agora! – disse, numa voz fria, após alguns segundos em que pareceu tirar as medidas ao funcionário da câmara.&lt;br /&gt;- A minha roupa?? Pá, não me fodAUUUUUGHHHH!! – &lt;em&gt;momento de sofrimento não descritível por palavras, deixado à imaginação do leitor&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;O vulto vestiu a roupa verde do funcionário, depois de lhe ter retirado a vassoura do rabo. Ajeitou o boné na cabeça, e olhou em todas as direcções, lentamente, parecendo retirar informações das imediações, como um sensor humanizado. Na realidade, não retirou qualquer informação, pois como este texto se trata de um produção de baixo orçamento, não há cá bases de dados, sensores e meios informáticos altamente sofisticados! Colocando-se em posição de defecar, retirou do orifício anal um bloco enrolado, naturalmente acastanhado.&lt;br /&gt;- Encontrar alvos. Eliminar alvos. Primeiro da lista: Régio, conhecido num futuro próximo como Guarda Régio – balbuciou monocordicamente o indivíduo, enquanto punha a vassoura da Câmara Municipal da Amadora ao ombro e se afastava, ao pé coxinho e assobiando a música do “&lt;em&gt;Strangers in the night&lt;/em&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Régio&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Há muito que Régio se sentia atraído por meninas de uniforme. Estimulado por banda desenhada japonesa, a sua libido tinha-o impelido a tornar-se num voyeur quase profissional, ou pelo menos, muito empenhado. Naquela tarde solarenga encontrava-se em plena actividade de mirone em cima de uma árvore, desafiando a gravidade e os limites do mundo circense: conseguia segurar-se, olhar por cima do muro para as meninas fardadas, ter uma revista hentai aberta, coçar o rabo e masturbar-se, tudo em simultâneo. O extâse em que se encontrava impediu-o de ver a aproximação do estranho varredor. A árvore tremeu e Régio caiu, finalizando toda a acrobacia anterior com um número de empalamento anal. Sem ter a noção real do que lhe estava a acontecer, teve ainda tempo para pensar que tinha andado a perder algumas coisas bem mais excitantes que colegiais. Ao abrir a boca para gritar de prazer/dor, o pau da vassoura acabou de o atravessar e sair pelo oríficio alimentar (?), esbugalhando-lhe os olhos, agora inertes.&lt;br /&gt;- Segundo alvo: Arata. – disse o funcionário da C.M.A., contemplando sem emoção os restos de Régio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arata&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A multidão gritava apoiando os seus competidores, embriagada de emoção. De um lado, a Bisarma Anónima, com uns respeitáveis 180 kg, do outro, o campeão de enfardanço sequencial da Damaia: Arata, o gigante barbudo. A competição era simples: quem conseguisse comer mais, de um tipo de prato, ganhava o combate daquela tarde. Após a 45ª dose de rojões à minhota, a Bisarma Anónima vacilou, e caiu, esmagando alguns espectadores incautos. O vencedor era novamente Arata, que para celebrar ergueu e bebeu de um trago o barril de chá gelado. Enquanto a multidão o ovacionava, dirigiu-se às traseiras do edíficio para satisfazer as suas necessidades fisiológicas na cova profunda recém aberta para o efeito, mas já com algumas centenas de quilos/litros de estrume: ainda conseguiria fazer algum dinheiro vendendo adubo natural. No momento em que se preparava para baixar as calças, viu um enorme salame italiano na mão de um tipo vestido de verde. As suas papilas gostativas salivaram imediatamente, tomando conta do seu cérebro e corpo, que começou primeiro a andar, e depois a investir contra o portador do salame. Este correu em torno da fossa, fazendo com que Arata aumentasse cada vez mais o ritmo da corrida, até parecer um rinoceronte enraivecido. No último momento, o salame foi atirado para dentro do buraco de estrume, cujo percurso foi também seguido por Arata, grunhindo. Em poucos segundos o gigante barbudo afogou-se em bosta, não sem antes engolir o salame de uma só vez e libertar um gás estomacal audível por vários quarteirões.&lt;br /&gt;- Arata, enclacrado. Á grande. – disse o indivíduo de verde, escrevendo no seu bloco – Próximo alvo: Victor Gina. Preparar brasileiras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Continua...)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://penal.com-palavras.com/2008/06/o-encalacrador-implacvel-episdio-1_03.html</link><author>noreply@blogger.com (João)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-4260391006712910604</guid><pubDate>Fri, 09 May 2008 15:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-02T15:29:23.915+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Plágios sem validade literária</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Uncle Dildo</category><title>Guerra de Nabãos</title><description>Um cheiro a fritos banhava aquele fim de tarde. No alto do Monte da Caparica, junto à barraquinha da Dona Crosta, cuja relva ia perdendo os tons verdes dos tempos em que ainda nenhum caloiro bêbado se lembrara de lhe vomitar em cima, encontraram-se finalmente, após todos aqueles anûs. Olharam-se olhos nos olhos e o que viram no olho do outro (LOL!) foi uma escuridão imensa (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=qI_K1_zoCe0"&gt;Ojos negros, larari raraa...&lt;/a&gt;). Olharam-se como os irmãos Nabão que eram. Como irmãos que não encavavam uma franguinha em conjunto havia já muito tempo, demasiado tempo... Fosga-se, já tinham comichão nos c*****s! Tempo em que haviam deixado que os seus nabões se travassem de razões para um "Doubleteam", um pouco por toda a parte, por um motivo que já nem era claro nem para um, nem para o outro (Herpes? Piolho púbico?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao seu redor os professores e os veteranos banqueteavam-se de folhados azedos e croissants de duas semanas...Parecia impossível, mas da pandilha original apenas restavam eles os dois. Naquele campus, onde durante incontáveis semestres caloiras riparam, repetentes gozaram, monumentais orgias de fim de ano entraram para a História, apenas dois restavam da Irmandade Original, a Fraternitas Naborum, seu objectivo último a "Guerra à Guelra" em todas as vertentes (de lado, de frente, upside-down, etc). Eles os dois, os membros originais (ROFL) que haviam começado aquela carnificina de crica, seriam também quem acabaria finalmente com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soprou um vapor nauseabundo da cozinha da Dona Crosta que fez lacrimejar todos os presentes. Não diziam nada, só coçavam o pacote. Não sabiam bem o que procurar na cara do outro. Podia ser que se lessem, podia ser que travassem um duelo mental, um caleidoscospe-o de posições kama-sútricas em que ambos se tentavam ultrapassar, enquanto houvesse grêlo intacto pra escavacar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não houve, há, nem nunca haverá à face da Terra quem possa medir a proeza sexual dos dois irmões. Só Deus, isto é, Eusébio, se algum dia diante d’Ele se encontrarem, os poderá ajuizar. As histórias que circulam rezam que a guerra durou tanto porque o próprio Diabo (i.e. José Veiga) os expulsou do Inferno Vermelho. Ele, que teve de "subir a pulso", era incapaz de admitir a presença de dois marmajos que nunca tiveram de bater uma pívia (a ninguém) na vida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém diria no entanto que se enfrentavam os dois seres mais libidinosos, mais potentes que já fornicaram à face da Terra. Ambos pareciam jovens, mas cansados. Via-se que o peso de muitas quecas lhes vergava as costas, e não só. Via-se nas olheiras, no seu ar de tísicos, que os seus organismos estavam à beira duma exaustão mortal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um clamor surgiu então no Monte. No campus em redor, os alunos pareceram levantar-se da relva onde fingiam que estudavam o dossiê, os seus telemóveis a gravar (youtubi!), os seus nabos pendurados e inertes mas as suas gónadas a clamarem por paz (PÁS! PÁS!). Ambos os irmães souberam o que os voyeurs queriam e ambos viram aí o prenúncio do que aconteceria... perceberam então que todos estes anos a malhar em conjunto mais não fizeram que adiar o inevitável. Teriam de ser eles a acabar com o derramamento de sangue rectal. A altura de mandar outros para o hospital pra levar pontos no buraco tinha acabado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou o das calças pretas por retirar as mesmas. Ficou nú, segurando apenas um boné à frente do pirilau, que as verrugas tinham voltado em força e ele tinha vergonha que as vissem. A sua arma era mais para ser usada como moca e como espeto (!) do que como objecto de cortejamento.&lt;br /&gt;O das calças brancas pareceu anuir ao desafio e retirou a sua roupa, ficando a segurar uma espada de carne em tudo idêntica à do seu irmão de sangue virginal. Olharam-se mais uma vez longamente. Não havia entre eles repulsa, havia sim algo que os impedia de se lançarem um contra o outro. Finalmente, depois de tantos rios de nhanha derramados em cavidades alheias perceberam que mocar só era fácil quando não é o nosso cu o sacrificado. Avançou então um, difícil dizer qual no meio do fedor das coxinhas de frango (que de frango só tinham a cartilagem), e o outro respondeu com um passo igualmente seguro em frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vento flatulento era agora mais forte, mercê da dieta gordurenta dos imbecis que passam pela fina-flôr académica, e trazia as vozes dos milhares de pós-adolescentes frustrados que clamavam por pinocada... Já ninguém defendia o encavanço de um dos irmões, mas sim a enrabadela mútua de ambos! E estes sentiam um frio nas nalgas maior do que aquele que lhes arrepiava a pele do escroto. Naquele momento era algo maior que eles que ali estava em questão. Apenas eles haviam sobrevivido ao esgotamento sexual, não porque fossem impotentes, isso não, ambos investiam de pé, na frente dos seus colegas, não, a explicação era outra... Ambos haviam sido treinados pela mesma Maestrina, a maior cabra do seu tempo e ambos haviam sido os seus melhores (e maiores) discípulos. Papavam todas as gajas que lhes aparecessem pela frente em qualquer posição, esporravam-se e voltavam à carga as vezes que lhes apetecessem, o rol de pito (e não só) alargado não tinha fim...&lt;br /&gt;Mas eles foram longe demais, e uma noite em que ambos testavam uma manobra favorita - o famigerado DoubleAnal - numa caloira de Ambiente particularmente elástica, não conseguiram deixar de ignorar a insistente fricção de nabo com nabo, algo que os deixava tão ou mais excitados que a estreiteza daquela anilha gulosa.&lt;br /&gt;A partir daí, o recalcamento a que ambos se votaram não mais os abandonou e foi fonte de infortúnio para mais do que uma bilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos anûs (outra vez? já começa a ficar gasto...) haviam passado e ambos haviam liderado a sua Fraternidade Nabesca, cujos membros eram recrutados com promessas de boca, cu e cona, mas sem revelar a ninguém o seu treino sexual, a Guerra da Guelra tornou-se na Espanholada Eterna, travada entre duas tetas maiores do que a imaginação consegue visualizar e sempre com dois nabos eternamente hirtos a liderar. Dizia-se que era uma luta entre o Pás e o Tau, com o Tau sempre a seguir ao Pás(PÁS PÁS! TAU TAU!). Tinha havido mais do que uma foda digna de figurar nos Anais da História (LMAO!) mas aquela, no Monte Nalguedur, euh, da Caparica, seria a última, as piças invencíveis conheceriam hoje a derrota.&lt;br /&gt;À medida que se degladiavam em duelo fálico o cansaço apoderava-se de ambos por igual medida. A cada um a gaita ia sugando o que lhe restava de vida e fluido seminal. As suas próstatas fumegavam, ansiando por um alívio que não (se) viria. Os colhões protestavam, azuis de esforço.&lt;br /&gt;Continuaram naquela esgrima punhetesca por dias e dias até que finalmente e em simultâneo, fodidos pelo embaraço ("buuuh", "grandes bisnagas que me saíram" e "afinal vai ou não vai haver nabão?"), tiveram o mesmo movimento em falso... Ou pelo menos tão em falso como um prisioneiro deixa cair o sabonete de costas para o seu musculoso companheiro de cela...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda hoje é visível a estátua, no átrio do Edifício VII. Nela está captada, num instantâneo obsceno, o abraço fatal dos dois irmãos Nabãos, as espinhas quebradas num derradeiro esforço de mútuo enrabamento.</description><link>http://penal.com-palavras.com/2008/05/guerra-de-nabos.html</link><author>noreply@blogger.com (Captain Dildough)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-2556085494199693819</guid><pubDate>Tue, 29 Apr 2008 16:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-02T15:29:23.916+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Plágios sem validade literária</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Uncle Dildo</category><title>Poesia Peiduplicada - Um Sonho Desinspirado</title><description>Se puxas pela cabeça&lt;br /&gt;(a de cima, não sejas tonho)&lt;br /&gt;e não há ideia que apareça&lt;br /&gt;nem em rasgo, nem em sonho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz como eu, vais à e-P.E.N.A.&lt;br /&gt;onde há escritos quanto baste&lt;br /&gt;escolhes um, duma centena&lt;br /&gt;e aplicas-lhe um cópi-páste!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começa então o desprimor&lt;br /&gt;do triste texto original;&lt;br /&gt;"-Fora talento! Xô pudor!"&lt;br /&gt;Quando é p'ra pôr na Penal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não te rales com a métrica,&lt;br /&gt;o qu'interessa é rimar!&lt;br /&gt;Força a rima, esquece a estética&lt;br /&gt;p'ra isso estou-me a cagar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inventa algo bem javardo,&lt;br /&gt;misto de escarro e cagalhão,&lt;br /&gt;poesia delicada como um cardo&lt;br /&gt;só no olho cria arranhão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentadinho (na retrete) fechas&lt;br /&gt;a peça, com um floreio de mão:&lt;br /&gt;"Texto novo, diverte-te!"&lt;br /&gt;"Lamento... isto é cura para obstipação!"</description><link>http://penal.com-palavras.com/2008/04/poesia-peiduplicada-um-sonho.html</link><author>noreply@blogger.com (Captain Dildough)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-6095418194554497178</guid><pubDate>Tue, 22 Apr 2008 14:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-02T15:29:23.917+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Plágios sem validade literária</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Vitânus</category><title>Poesia corruptiva (ou um sonho apitado...)</title><description>Se na vida tens azar,&lt;br /&gt;E tudo o que fazes dá para o torto,&lt;br /&gt;Não adianta desesperar,&lt;br /&gt;Junta-te à máfia do desporto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começares a lucrar&lt;br /&gt;Só tens que arranjar bons amigos...&lt;br /&gt;Aqui e além um bom jantar,&lt;br /&gt;E saber te desviar dos perigos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usando uma táctica astuta,&lt;br /&gt;Grandes benefícios irás ter:&lt;br /&gt;Basta conheceres uma boa fruta&lt;br /&gt;E teres viagens para oferecer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja a oferenda bem dourada&lt;br /&gt;Ou simples e curriqueiro bibelot...&lt;br /&gt;Será que ninguem vê nada?&lt;br /&gt;Será preciso chamar o Poirot?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do norte ao sul a aldrabar,&lt;br /&gt;Temos muitos amiguinhos.&lt;br /&gt;Por isso poe-te a telefonar!&lt;br /&gt;São só uns favorzinhos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Bastos, o Fagundes e o Simão,&lt;br /&gt;O Aurélio e o Joaquim podem apitar!&lt;br /&gt;O Zé Tolas é que não&lt;br /&gt;Que nos tá sempre a lixar!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso já sabes... oferece-te!&lt;br /&gt;A esta poderosa organização&lt;br /&gt;"Tenho um apito, diverte-te!"&lt;br /&gt;"Lamento... Brigada, anti corrupção!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nota de autor&lt;/span&gt;: &lt;span style="font-style: italic; font-family: lucida grande;"&gt;O texto satírico apresentado refere-se à corrupção existente no futebol Português em geral, de Norte a Sul do país em sabe-se lá quantos clubes... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: lucida grande;"&gt;Mais afirmo que esta é uma criação original não corrupta baseada num plagiante plágio de plágio, pelo que a sua originalidade plagiante não deve ser colocada em causa nem a sua validade literária. Mais afirmo que para colocar este texto não exerci qualquer pressão sobre ninguém...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: lucida grande;"&gt;Apesar de tudo... se alguém me poder dar uma ajuda com o telemóvel... é que ás vezes ouço uns barulhos como se alguém tivesse a ouvir as conversas... se alguém me ajudar eu posso talvez arranjar um cafezinho pingado ou uma viagem ao Seixal... em cacilheiro, 1ª classe! Upa, upa&lt;/span&gt;</description><link>http://penal.com-palavras.com/2008/04/poesia-corruptiva-ou-um-sonho-apitado.html</link><author>noreply@blogger.com (alphatocopherol)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-6305616272296979359</guid><pubDate>Thu, 03 Apr 2008 23:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-23T02:17:15.578+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>chas</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Nalgatorius</category><title>Nalgatorius, o Erectus (V - o regresso do mito)</title><description>Três anos passaram desde o episódio que alcunhou Nalgatorius. A criança sonhadora de 13 anos é agora um adolescente.... muito mais batido e experiente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;(&lt;/span&gt; leiam a história toda desde início em: http://penal.com-palavras.com/labels/Nalgatorius.html&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da imagem, ridicularizada entre colegas, deixada na sala de aula três anos antes, Erectus é famoso entre os professores, principalmente os do sexo feminino (e alguns indecisos), que vêm nele um potencial sex-symbol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A professora de Ciências da Natureza contou às suas colegas que não conseguiu dormir tranquilamente durante uns dias. Consta que tinha sonhos eróticos sempre que se lembrava do instrumento fálico do seu aluno, e do seu tamanho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As colegas de turma nunca conseguíram desfazer-se da imagem perversa, afastando-se dele para evitar estereótipos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus colegas gozavam por inveja... Nenhum era tão sobre-dotado e escarnecer desviava a atenção das miúdas. Típico de putos... Nalgatorius não se importava, conseguía ultrapassar essas criancices com bastante facilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- voltando ao pós-acidente  --&lt;br /&gt;O problema na escola dificultou a vida familiar, tendo sido obrigado a trabalhar de noite para, segundo os pais, valorizar a vida. A sua tenra idade era um entrave assim como a inexperiência, mas semanas e alguma sorte bastaram para descobrir uma loja de comida oriental, que precisava de um estafeta para a bicicleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num dos primeiros dias de trabalho, bufando cerca 5 km, foi entregar um Shop Suey de frango numa vivenda de rés-do-chão cinzenta, nos arredores da vila.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encostou a bicicleta ao muro e tocou na campainha com altifalante. Do outro lado respondeu um voz feminina electrizada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- szzz... Quem toca? shshszzz...&lt;br /&gt;- Boa noite, é da Minetetui e trago o seu Shop Suey de frango! - respondeu o rapaz ainda recuperando o fôlego.&lt;br /&gt;- szzz... Entre então... shhhh.... - respondeu a voz enquanto o trinco do portão se abria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Erectus empurrou o portão e caminhou na direcção da porta cinzenta. Ouviu o trinco, enquanto a porta de entrada se abria e jorrava luz intensa. Apercebeu-se, pelas curvas, que estaria uma mulher em vestido fino à sua frente. Tentou focar o rosto, mas a claridade só permitia ver na penumbra. Enquanto apreciava as curvas sensuais apresentou-se:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Boa noite, sou o estafeta da Minetetui e trago-lhe a encomenda... Shop...&lt;br /&gt;- Olá Nalgatorius! Obrigada. - Interrompeu a mulher, não deixando Erectus terminar o raciocínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A porta abriu-se completamente até se aperceber que tinha a professora de Ciências da Natureza há sua frente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  Não sabia que trabalhavas de noite? - continuou ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corou de vergonha... saindo-lhe uma resposta sincera:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olá professora... Já trabalho há uma semana e meia... Os meus pais acharam que me fazia bem depois do incidente na escola.&lt;br /&gt;- Fico feliz por te ver aqui... Queres entrar um pouco para conversarmos? Se tiveres tempo, claro!&lt;br /&gt;- huum... - hesitou ele - foi a minha última entrega hoje e posso entregar o dinheiro mais tarde... portanto posso entrar?! - Arrematou ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pacheca ficou espantada com a agilidade do seu aluno, nas aulas parecia muito menos despachado (para as aulas, claro!).  Cedeu-lhe prontamente passagem, fechando de seguida a porta com ruído!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Entra! Segue por esse corredor, vira à direita e fica à vontade! Eu já venho... 2 minutos! - Ordenou ela.&lt;br /&gt;- Obrigado... Já nos encontramos então. - respondeu ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Erectus achou estranho o tratamento da professora. Poderia estar ela a dar-lhe um momento para explicar o incidente e compreender a situação?!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrou numa sala ampla, com um sofá em veludo branco, em L, uma mesa de jantar, com pernas pretas em U e tampo em vidro escovado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesa, à cabeceira, estava um prato, cinco talheres e dois copos. Ele dirigiu-se até lá e pousou a embalagem da encomenda. De seguida, sentou-se na esquina do sofá branco enquanto assimilava a decoração...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Pelas fotos concluiu que a professora viveria sozinha e que seria solteira... teria cerca de 30 anos, muito a tempo de constituir família!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuou a assimilar informação até começar a ouvir novamente passos na direcção da sala. Desviou o olhar focando Pacheca entrando e sentando-se junto dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca a tinha visto de cabelo solto, mas ficava extremamente sensual e jovial, assim como o seu odor aflorado, leve e refrescante, o deixara desconcertado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela olhou-o intensamente nos olhos, aumentando a dilatação das pupilas e a intensidade do brilho, e oscolou-o hipnoticamente na boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Continua brevemente...)</description><link>http://penal.com-palavras.com/2008/04/nalgatorius-o-erectus-v-o-regresso-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Chas.)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-569766320606167213</guid><pubDate>Tue, 25 Mar 2008 14:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-09T12:17:49.357+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Vitânus</category><title>Gloriosos reis da Noite</title><description>Gloriosos sejam os reis,&lt;br /&gt;Decerto eles (quem?).&lt;br /&gt;Que desafiando todas as leis&lt;br /&gt;Cá estão para o mal e para o bem!&lt;br /&gt;Aos zigue-zagues rua fora,&lt;br /&gt;Sem destino e sem hora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um saco cheio de histórias,&lt;br /&gt;Saco vazio de tristezas!&lt;br /&gt;Enche-se um (grande) pacote de memórias,&lt;br /&gt;O tejo branco de certezas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mesmo se o iz-mai-loooov falhar,&lt;br /&gt;E o saco cheio ficar...&lt;br /&gt;CERVEJA PELO AR&lt;br /&gt;A VIDA VAMOS FESTEJAR!</description><link>http://penal.com-palavras.com/2008/03/gloriosos-reis-da-noite.html</link><author>noreply@blogger.com (alphatocopherol)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-8835331369911336654</guid><pubDate>Tue, 26 Feb 2008 16:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-09T12:14:10.364+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>estefano</category><title>Ontem à noite</title><description>Ontem à noite vi-te no WC&lt;br /&gt;Estavas com diarreia, sem clister...&lt;br /&gt;Para lá do fedor só brize primaveril®,&lt;br /&gt;Com o seu perfume, incapaz de purificar o ar.&lt;br /&gt;Percorri o armário dos desinfetantes enquanto&lt;br /&gt;Te acabavas de limpar.&lt;br /&gt;Queria que tivesses cagado num WC só teu&lt;br /&gt;Onde a distância evitasse este odor a podre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem à noite prometi a mim mesmo,&lt;br /&gt;Que nunca mais te faço uma feijoada&lt;br /&gt;Com couves e enchidos, a cheirar a gordura...&lt;br /&gt;Agarra-te ao soja, que eu cozo a posta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem à noite o WC deixou de ser só meu!&lt;br /&gt;Tive de o limpar como a uma fossa&lt;br /&gt;Fui um engenheiro sanitário imerso em bosta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem à noite foi a noite em que abolimos os farináceos!</description><link>http://penal.com-palavras.com/2008/02/ontem-noite.html</link><author>noreply@blogger.com (João)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-1745909899521075829</guid><pubDate>Thu, 21 Feb 2008 12:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-09T12:17:49.358+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Vitânus</category><title>Revolução na Universidade do Monte das Cabras VI (finalmente o fim...)</title><description>Monte das Cabras 0h46min!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fogo de artificio iluminava as letras no topo do edifício:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Festa que comemora uma data qualquer que serve de desculpa para fazer mais uma noite de festa e acabarmos todos com uma bebedeira do car    (fim de espaço no edifício para colocar mais letras)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente o anexo á sala de tortura alimentar, tornou-se num espaço onde qualquer coisa semelhante a mil raios de trovoada por minuto causava uma intermitência luminosa no mínimo irritante... e o caos musical começou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;heun an an an woueeeeeeeeng.... csa pum tum puntum puntum cspum, PUM; PUM; PUM!!!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mil corpos frenéticos agitavam-se compulsivamente enquanto mil cervejas já rolavam pela goela abaixo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num palco ao lado, Talá sentado em duas cadeiras delirava com 3 bailarinas que se empoleiravam junto a si! O habitual...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stefalo e Vite Ava Gina sentaram-se numa mesa do canto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Temos que nos libertar dos fantasmas desta casa, temos que ter a coragem de seguir em frente, de voltar a encarar o futuro de... de... vai mais uma cerveja?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Bora esta pago eu!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De súbito os gritos de pânico soaram pela sala! Uma das bailarinas saca de um sabre gigantesco e zac, salta a cabeça do Talá! Um jorro de sangue inunda a sala!&lt;br /&gt;A música para! Silêncio total! De repente jactos de sangue caem do tecto! Enguia entra triunfal na sala!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Monte das Cabras é minhaaaaaaaaaaaaaaaa!" Na aparelhagem Rob Zombie começa a vociferar algo acompanhado por um som carregado de terror. O pânico espalhou-se pot toda a sala... ou melhor quase toda a sala...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Fui ali Gregolum... vai mais uma Stefalo?"&lt;br /&gt;"Vai, esta festa está mais animada do que é costume... HIC! Mas porque é que eles tão a passar os estranhos na noite, não... não percebo..."&lt;br /&gt;"Isto???? Os estranhos na Noite??? Cala a boca!!!!!"&lt;br /&gt;" FOI o que eu disse.... bleurg!"&lt;br /&gt;"olha... gegrelum...."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente no meio do caos... A chuva dourada começou a cair! Enguia berrou angustiado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"OH NÃO! AS feromonas da Maria Inês outra vez NããããããããOOOOOOOO!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num ápice os gemidos invadiram a sala na maior cena de sexo colectivo alguma vez vista... é que nem no canal 18...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Stefalo esta merda já está a ficar um bocado apalhaçada não HIC!"&lt;br /&gt;"Então não? O gajo que fez este argumento sinceramente..."&lt;br /&gt;"Eh pah sabes o que eu digo FOR LEATHEEEEEEEEEER!!!!"&lt;br /&gt;"TAAAAAAUUUUUUUUU!!!!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente surpreendendo toda a gente o corpo de intervenção policial de Monte das Cabras entra em acção! O comandante da força ainda teve tempo para esmagar um crânio junto á porta antes das feromonas super potentes fazerem efeito...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"GRAUUUURRRRRRR... ahh... annnn.... aiiiiiiiiii meninaaaaaaaas toca a juntar à festa suas doidaaaaaassssss"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E logo o disk jokey vociferou "bolas isto é que está cá uma noite hoje..." enquanto colocava nova malha....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"first i was afraid...." E logo a panascada policial começu...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ouvir o som vindo das colunas logo Enguia se começou a contorcer em dor! "POP GAY NÃÃÃÃOOOO! PUM!!!!!!! A cabeça explode violentamente, mas a sala não perdeu tempo em aplausos... a orgia ainda mal tinha começado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Foda-se termina assim..."&lt;br /&gt;"Termina... BURP! " respondeu Vite Ava Gina com a cabeça pousada em cima da mesa&lt;br /&gt;"Então e a lógica quem fica a tomar conta de Monte das Cabras agora?..."&lt;br /&gt;"Hum não Xei... mas talv..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acabou a frase! A orquestra começou a ouvir-se nas colunas e a música soou perante a surpresa de todos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Allons enfants de la Patrie,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Le jour de gloire est arrivé !&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Contre nous de la tyrannie...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Mas que vem a ser isto??&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os olhos viraram-se para um dos lados da sala!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"fuooooooooooooDASSSSSSSSSSSS!!!!!!" Um jovem entra projectado de costas caindo sobre a cadeira onde minutos antes Talá se havia esvaído em sangue...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto alguns estavam ainda a vestir as calças outros olhavam de olhos esbugalhados o pobre rapaz que, ao levantar-se, se ia queixando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doi-me as costas!!!!!!!!!!!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIM (AGORA É MESMO)!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://penal.com-palavras.com/2008/02/revoluo-na-universidade-do-monte-das.html</link><author>noreply@blogger.com (alphatocopherol)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-5646515719793760969</guid><pubDate>Sat, 02 Feb 2008 00:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-02T01:55:12.860Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Sergay</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Harry Putta</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>chas</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Maria Inês</category><title>Harry Putta e as Ordens de Inex</title><description>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;No capitulo anterior:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;- Harry! abstrai-te do meu corpo, olha-me nos olhos, podes sucumbir ás tuas próprias fantasias! - avisou Inês.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;- "Mas como?!" - Elevou o olhar: o ventre era liso e claro; os seios elegantemente volumosos, simétricos e erectos; o pescoço jovial e perfumado; o queixo esbelto; os lábios carnudos e desenhados; os olhos, os olhos verdes-mel prendiam o olhar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p  style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(153, 153, 153);font-family:arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Isso mesmo Harry. Distraíste dos teus objectivos, como todos os homens, colocando o teu prazer em primeira prioridade... Não queres saber o que estou aqui a fazer?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(153, 153, 153);font-family:arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Mas como me controlo? Tu estás a dominar o meu corpo!? - respondeu ele francamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;- Estarei mesmo? Porque aceitaste a boleia das nuvens? Porque não invocaste os teus conhecimentos de Magia Tântrica?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A Natureza chamou por mim... e eu não resisti... - confessou ele.&lt;br /&gt;- Como sempre... nunca resistes! És uma nódoa da magia! Nem sei como ainda insistes em depilares miúdas!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A face de Harry começou a ganhar contornos de agressividade. Maria, apercebendo-se do seu estado espírito, voltou a insistir na sua aparição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então Harry!? Sabes o que estou aqui a fazer?&lt;br /&gt;- Não! O que li de ti não me permitiu chegar a nenhuma conclusão lógica... Sei que tiveste umas aventuras estranhas com um tal de Sergay...&lt;br /&gt;- Cala-te imbecil! És mesmo pobre! Quero aniquilar Inex e por sua vez a &lt;/span&gt;Magia Sexual Tântrica! E vou começar por ti....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry conteve a sua agressividade,  enquanto, aos poucos, recuperava suas forças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E estás à espera do quê? Já o podias ter feito, nem precisavas de gastar o teu tempo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua observação consistiu numa estratégia forçada, para conseguir recuperar o fôlego e arranjar uma saída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--- Em terrra ---&lt;br /&gt;Inex, preocupada com o seu aprendiz, insistiu na magia dos Guardiões das Orgias Celestes.  Algum tempo depois entrou na mente do Harry, certificou-se que estava bem, e do que se estava a passar, pedindo-lhe para queimar algum tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--- De novo com Harry ---&lt;br /&gt;- Achas que eu ia perder o meu maior trunfo para conseguir enfrentar Inex? É a forma mais acessível dela chegar até mim! Para além de que ela em terra é bem mais forte que eu! Aqui eu sou sábia! - respondeu-lhe Maria Inês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A Inex é capaz de vencer se quiser, onde quiser! Para além disso, porque haveria ela de vir ao teu encontro? - Harry  contra-atacou enquanto Inex lhe começou a transferir energia celestial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vem ao teu encontro, salvar-te! Ela tem uma obsessão sexual oculta por ti, e acredita que com treino a satisfarás eternamente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria acreditava que invocando raiva em Harry conseguiria trazer Inex ao seu encontro, mas Harry tinha filtro de emoções, Inex aplicou-o assim que se ligou mentalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E achas que eu não sei? Ela é a minha heroína! Eu acho é que tu estás com alguma perversão sexual! Queres possuir Inex? Depois do Sergay ficaste com algum impulso homosexual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta deixo-a desarmada, pela primeira vez Maria Inês hesitou.&lt;br /&gt;Harry, com instruções e estimulação prostática de Inex,  avançou soletrando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- "Aurum &lt;i&gt;Brassica rapa fusione vagina maria ines et &lt;/i&gt;&lt;span id="lblDlpoDefinicao"&gt;&lt;span class="texto"&gt;&lt;i&gt;plovere" (Nabo dourado funde vagina de Maria Inês e chove)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Inês não reagiu, imediatamente a glande Harry ganhou um tom dourado, atingiu os grandes lábios e penetrou-a em Mach 5 (hipersónico).  Ela inicialmente ainda esboçou um sorriso de prazer, desintegrando-se logo de seguida, em chuva...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--- Em terra ---&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inex olhou para o céu, as nuvens tinham desaparecido, mas chovia algo, com um cheiro sexualmente apelativo... (as feromonas de Maria Inês - ver Labels)&lt;br /&gt;Rapidamente regressou à realidade e invocou a magia de Fénix , para que Harry chegasse inteiro a terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry sorriu quando finalmente aterrou e olhou nos olhos de Inex, mas ela não lhe deu tempo para falar, mordendo-lhe os lábios enquanto se despia.&lt;br /&gt;Empurrou-o para o chão, deitou-se em cima dele, enquanto lhe pegava no pénis e o introduzia na sua ranhura...&lt;br /&gt;A Vila adormeceu... e os dois satisfizeram-se em silêncio...&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; Estavam no Auge da Magia Sexual Tântrica!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Fim - por agora - já tinha pesadelos com o Harry!!)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://penal.com-palavras.com/2008/02/harry-putta-e-as-ordens-de-ins.html</link><author>noreply@blogger.com (Chas.)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-4860692620798973845</guid><pubDate>Fri, 07 Dec 2007 10:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-09T12:17:49.358+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Vitânus</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Revolução na Universidade do Monte das Cabras</category><title>Revolução na Universidade do Monte das Cabras V (A esperança "foice")</title><description>Trriiim, triiiim.....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, senha por favor...&lt;br /&gt;- O merdego ainda há-de ser nosso... pela primeira vez...&lt;br /&gt;- Identificação...&lt;br /&gt;- Cassete Búbú Ariel Bold Ámaquina.&lt;br /&gt;- Ora viva Búbú... Presumo que já saibas das notícias.&lt;br /&gt;- Sim... Já soube que por aí no Merdego as coisas não correram bem...&lt;br /&gt;- Pois realmente... Mas não te preocupes!&lt;br /&gt;- Huuuum... O chefe não parece estar muito chateado. Depois do desaire do Merdego... Nem um terço dos votos... Toda a influência que teríamos. Em três tempos a associação do Talá caía... Num instante o barão Enguia seria derrotado. Chefe isto é um rude golpe... Então e  o fim da taxa de utilização do  Mp3 que tem vindo a assumir  contornos exagerados nos últimos anos. Não se lembra dos nossos ideais. Por uma audição  gratuita e de qualidade! E o fim da precaridade dos músicos reaccionários e as novas regras da Metalixegurança do Enguia que ameaçam as liberdades fundamentais dos estudantes de Monte das Cabras, já pensou chefe... Chefe... CHEFE!!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- zzzzzzzzz... hum... hein.... ah desculpa adormeci.... Essa cassete enferrujada deixa-me sempre a dormir.&lt;br /&gt;- Oh chefe... e agora??&lt;br /&gt;- Agora não te preocupes... concentra-te nas eleições que aí vêm e não te preocupes...&lt;br /&gt;- O chefe tem algum plano... É que todos os anos é a mesma merda...&lt;br /&gt;- Não te preocupes, já disse. Já tens pessoal?&lt;br /&gt;- Hum... por acaso sim chefe... Uma contratação de luxo... Lembra-se do Sergay, que andávamos a tentar seduzir para a nossa causa à muito tempo.&lt;br /&gt;- O das paxaxas sem gordura?&lt;br /&gt;- Sim esse, conseguimos finalmente convence-lo. Vai ser o nosso designer de campanha...&lt;br /&gt;- BOM!!! Como conseguiram?&lt;br /&gt;- Foi estranhamente fácil... estava todo nú enrolado no chão a dizer "ripar... tenho que ripaaaaar...., GAITENIUm..... Música de MEEEERDAA". Achei estranho. Só precisei da falar 47 minutos sobre a nossa filosofia para o ensino musical... e ficou logo convencido.&lt;br /&gt;- Muito bem... Agora só falta jogar na outra frente...&lt;br /&gt;- Outra frente?&lt;br /&gt;- Sim! Agora que já coloquei a nossa melhor agente no CD - METI...&lt;br /&gt;- No centro de investigação musical? Para quê???&lt;br /&gt;- Lembras-te do louco que rebentou aí com um edifício de Monte das Cabras há uns anos...&lt;br /&gt;- Sim... Mas o que tem a ver...&lt;br /&gt;- O filho dele, o Stefalo Tupensas Entudo, encontra-se no CD - METI. Nesta altura a nossa melhor agente já o deve tar a pôr a tremer, com uma larga cacetada de ensinamentos musicais reaccionários. Para alguém sedento de vingança e raiva... Podemos ajudá-lo... e ele a nós!!! AHAHAHAHAHAAHAHAHAHHAHAHHAHHAHHHHHHH....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continua...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nota do Autor&lt;/span&gt;: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Começo a duvidar da minha sanidade mental...&lt;/span&gt;)</description><link>http://penal.com-palavras.com/2007/12/revoluo-na-universidad-do-monte-das.html</link><author>noreply@blogger.com (alphatocopherol)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-266815171506594049</guid><pubDate>Tue, 20 Nov 2007 17:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-02T15:29:23.918+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Plágios sem validade literária</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Vitânus</category><title>Natalidades... tipo tosta!</title><description>Sentou-se na poltrona e acendeu o cachimbo. A núvem aromática espalhou-se pela sala aquecida naquela noite de Novembro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Saltou do autocarro e atravessou a estrada em direcção ao shopping. Uma núvem de dióxido de carbono espalhou-se pela avenida naquela noite de Novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Pegou na tenaz próxima de si e ajeitou o madeiro no lume. As noites estavam frias e nada como o conforto da lareira para aquecer aqueles momentos de ócio aos quais se dedicava antes do jantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Agarrou o manípulo e abriu a porta do centro comercial. As noites estavam gélidas, mas porra! Ter que gramar com o aquecimento do shopping só porque a mulher lhe disse para trazer o jantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Estava quase a fechar os olhos quando uma carícia no rosto o despertou. Olhou e viu a sua mulher em lingerie vermelha. Ela aproximou-se sentou-se ao seu colo e disse docemente:&lt;br /&gt;- Acho que te vou dar uma prenda de Natal com um mÊs de antecedência... E sorrindo desapertou-lhe as calças...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Estava perdido nestes pensamentos quando um esbarrar violento com um objecto o despertou. Olhou e viu um Pai Natal de esferovite carregado de lâmpadas vermelhas. Ele encarou-o, agarrou-se a ele e berrou:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;- Foda-se mas tenho que gramar com o Natal, ainda falta um mês. E num acto de loucura despiu suas próprias calças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Em movimentos ritmados, preparou-se para a explosão dentro de si... E mil luzes de um prazer imenso o envolveram naquele momento, qual fogo de artificio de paixão... e apaixonado abraçou sua mulher...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Em movimentos raivosos, não controlou a raiva dentro de si... E mil luzes de um curto circuito imenso o sacudiram naquele momento... qual fogo de artifício de electrocussão... e bem tostado caiu em cima de um Pai Natal cinzento...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Acendeu um cigarro e olhou para o marido, dizendo em tom de brincadeira...&lt;br /&gt;- Já viste em que alegria te deixei o salsichão?&lt;br /&gt;- É verdade Maria... Mas quem não gosta??&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Pousou a maca e olhou para o médico, inquirindo-o com preocupação:&lt;br /&gt;- Já viu em que estado este tipo colocou o nabão?&lt;br /&gt;- É verdade Amilcar... Está assim tipo tosta!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://penal.com-palavras.com/2007/11/natalidades-tipo-tosta.html</link><author>noreply@blogger.com (alphatocopherol)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-5952747549092656021</guid><pubDate>Sun, 11 Nov 2007 15:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-02T15:29:23.919+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Plágios sem validade literária</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>estefano</category><title>Realidades... oh, bosta!!</title><description>Ajeitou os pensos do capachinho enquanto dava baforadas no seu charuto fumegante... Desceu à cozinha da sua vivenda com vista para o mar, e ao passar pela menina Bebiana, a sua empregada de 22 anos e corpo de modelo, deu-lhe uma forte palmadinha nas nádegas, dizendo “Que noite esta!”. “Cabrão do velho”, pensou Bebiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Escarrou violentamente para o penico a sua especturação matinal, enquanto coçava delicadamente o seu rabo peludo e postulento... Fugiu para o quintal enquanto a sua mulher corria atrás de si, em robe, com uma lingerie que até se poderia considerar sexy, mas não num corpo de uma mulher de 137.8 quilos. “Porra, mais uma noite!”, pensou correndo atrás do autocarro da carris.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrou no seu topo de gama novinho, e escolheu qual dos seus cartões de crédito, com avultados plafons cobertos, ia usar. “Hum, este deve chegar para a Madame Viviane!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por entre o magote de gente do autocarro, tirou a carteira rota e contou os trocos “20 euros e meio... deve dar para meia hora com a Gertrudes Boca Doce!”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Entregou as chaves ao rapaz, com uma nota de 20 euros, que se apressou a estacionar o bólide “Espero que o cabrão do miudo não me risque o carro!”, pensou, enquanto entrava e lhe traziam, apressados, um uísque duplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Saltou do autocarro ainda em andamento e embrenhou-se nas ruas sujas e labirinticas daquela zona da cidade, chegando rapidamente ao albergue decadente do último beco. “O que me apetecia mesmo era uma aguardente velha...” pensou. Trouxeram-lhe um traçado num copo baço e partido.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- Fofa, a Madame Viviane já está à minha espera? – perguntou à menina absurdamente pintada do lobby.&lt;br /&gt;- Claro Doutor Alves... Quarto do costume- esclareceu - Algum brinquedo especial?&lt;br /&gt;- Não, não, deixe estar. – respondeu, dando uma palmadinha no rabiosque da menina e entrando no elevador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Reinaldinho, a Gertrudes tá por cá? – perguntou ao brasileiro de dois metros que se encontrava encostado a um bidon de cerveja a palitar os dentes.&lt;br /&gt;- Está sim Guedes, mas tem de esperá um momentinho à porta que ela está acabando.&lt;br /&gt;- Tá bom, vou subindo então - respondeu&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Entrou no quarto - o espelho da luxúria. Uma explosão de veludos e cetins vermelhos e rosas envolvia Viviane, no esplendor dos seus 23 anos, vestida com um corpete rosa, cinto de ligas e roupão de cetim. Aproximou-se dele, e à medida que o beijava, despiu-o e levou-o para a cama vermelha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Esperou que um velho saísse, com ar visivelmente satisfeito. O quarto tinha uma carpete castanha bem suja, as janelas com estores bolorentos, tecto com uma lâmpada pendurada, e no centro apenas um colchão com imensas nódoas. Gertrudes, na decadência dos seus 57 anos, flácida e com excesso de pilosidade corporal, limpava a sua boca estranhamente avermelhada.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarenta deliciosos minutos... o tempo necessário a vários momentos de prazer naquele ambiente de sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quatro explosivos minutos... o tempo necessário à Gertrudes tirar a dentadura, começar a sua “especialidade”, e acabar o serviço.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Boa dia Doutor Alves. Esteve tudo do seu agrado? – perguntou um rapaz de 30 anos, extremamente bem vestido, que aparentava ser o gerente&lt;br /&gt;- Como sempre, meu amigo, como sempre – respondeu, estendendo o seu cartão de crédito enquanto dava longas baforadas no seu charuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Oi Guedes, tudo bom? – perguntou reinaldinho&lt;br /&gt;- Sim, sim, a gertrudes nunca esquece, nasceu ensinada!! – atirou, ainda ofegante, estendendo os quize euros&lt;br /&gt;- Hoje tem desconto, só dez euros... ela não lhe disse?- inquiriu reinaldinho&lt;br /&gt;- Não sabia de nada...&lt;br /&gt;- É que ela está com uma crise de herpes... outra vez. Mas não tem problema não!&lt;br /&gt;- Ohhh, BOSTA!!!&lt;/em&gt;</description><link>http://penal.com-palavras.com/2007/11/realidades-oh-bosta.html</link><author>noreply@blogger.com (João)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-3217474884021630195</guid><pubDate>Fri, 02 Nov 2007 00:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-02T01:58:09.065Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Harry Putta</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>chas</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Maria Inês</category><title>Harry Putta em Gaita em Brasa</title><description>No capitulo anterior:&lt;br /&gt;"&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:85%;" &gt;Estendeu as mãos,  elas agarraram e começaram a voar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p  style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(102, 102, 102);font-family:arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Lá em baixo a vila desaparecia... à sua volta, orgias molhadas e relampejantes multiplicavam-se... até que ele apagou...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p  style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(102, 102, 102);font-family:arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Acordou deitado num espaço branco-acinzentado, com textura a nuvens. Estava nu e tudo era um imenso vazio, sem portas nem janelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- “Onde estarei eu?!”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(102, 102, 102);font-family:arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- És nosso prisioneiro,  fofinho... Em breve terás uma visita... - ecoaram as  paredes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(102, 102, 102);font-family:arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Um visita?! Quem? É ela, não é?! - perguntou ele em pânico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(51, 51, 51);font-family:arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:85%;" &gt;- Ela não! Nós!&lt;/span&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(51, 51, 51);font-family:arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(51, 51, 51);font-family:arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Harry começou a sentir um calor intenso...  que vinha de dentro...&lt;br /&gt;Contorceu -se como estivesse a sentir prazer... um prazer diferente... (diferente das habituais piveas matinais)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(51, 51, 51);font-family:arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O estado febril aumentou o fluxo sanguíneo provocando-lhe uma erecção gigante, de tal ordem que duplicou os 16 cm da média e a glande ganhou uma textura diferente, semelhante ao &lt;span style="font-size:100%;"&gt;"Cogumelo-falale", muito usado nas fantasias eróticas de jovens biólogos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(51, 51, 51);font-family:arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;Harry estava completamente dominado, em êxtase, ejaculando sem nada fazer, sem nada lhe tocar... sem nada ver! (havia relatos na Vila de que era precoce, mas sem aplicação aqui) E  Ejaculando o prazer acontecia....&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt; --- Em terra ---&lt;/p&gt;Inex arrependida do que tinha dito ao seu único herdeiro de Magia Tântrica decidiu ir a seu encontro. Ao sair de casa sentiu um arrepio, um floco de neve caiu-lhe nos lábios, provocando-lhe um gemido de prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-"Ohhhhh Siii!!! Neve dos anjoooos... não! É ela! E raptou o Putta!"&lt;br /&gt;Imediatamente o seus poderes sobrepuseram-se aos seus desejos sexuais, começando a procurar indícios no céu:&lt;br /&gt;-"Nuvens Kamasutricas em movimento!? Onde raio estará ele? Espera, apenas uma está a ter orgasmos explícitos!! Como é que ela consegue tamanho envolvimento da natureza?"&lt;br /&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p face="arial" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(51, 51, 51);" align="left" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;--- De novo com Harry ---&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Harry ficou exausto... em menos de 15 segundos tombou e os genitais murcharam, entrando numa fase de sonolência.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;- Harry!! - Entoaram novamente as paredes numa voz intemporal - Já me posso apresentar, descarreguei as tuas munições, já não te suicidarás de prazer!&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;- És ela...? A Maria Inês... - Palrou ele.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;- Sim sou eu! Maria Inês! - Apresentou-se enquanto sua imagem se criava dentro do mesmo espaço físico.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt; Harry começou por ver um ponto de luz, de seguida um foco branco... No contraste eram visíveis curvas femininas, até que finalmente, conseguiu ver um corpo nu... era Maria Inês.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;- Glupp... - Engoliu ele em seco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry ficou em silêncio enquanto masturbava o seu intelecto. Nunca tinha visto nada tão perfeito (as meninas das revistas eram amadoras ao lado daquilo), todas as curvas transmitiam erotismo. A pouca pelagem era mágica e ruiva, ao centro fatiavam suculentas curvas que convergiam simetricamente. Harry estava excitado... mas apenas por dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Harry! abstrai-te do meu corpo, olha-me nos olhos, podes sucumbir ás tuas próprias fantasias! - avisou Inês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- "Mas como?!" - Elevou o olhar: o ventre era liso e claro; os seios elegantemente volumosos, simétricos e erectos; o pescoço jovial e perfumado; o queixo esbelto; os lábios carnudos e desenhados; os olhos, os olhos verdes-mel prendiam o olhar.&lt;br /&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;- Isso mesmo Harry. Distraíste dos teus objectivos, como todos os homens, colocando o teu prazer em primeira prioridade... Não queres saber o que estou aqui a fazer?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;- Mas como me controlo? Tu estás a dominar o meu corpo!? - respondeu ele francamente.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;- Estarei mesmo? Porque aceitaste a boleia das nuvens? Porque não invocaste os teus conhecimentos de Magia Tântrica?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; widows: 0; orphans: 0; color: rgb(204, 0, 0); font-family: arial;" align="left" lang="pt-PT"&gt;Harry engoliu em seco, já antevendo uma pausa na história....&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(não perca a continuação em Harry Putta e as Ordens de Inex)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://penal.com-palavras.com/2007/11/harry-putta-em-gaita-em-brasa.html</link><author>noreply@blogger.com (Chas.)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-1823885720892555434</guid><pubDate>Tue, 23 Oct 2007 12:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-09T12:17:49.359+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Vitânus</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Revolução na Universidade do Monte das Cabras</category><title>Revolução na universidade do monte das cabras IV (o ripanço extra(ordinário) )</title><description>O gordo Tálá roncava no sofá... enquanto a Abelha Malha coçava a micose, olhando para o placard electrónico ao estilo POLIS colocado ao fundo da sala...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"já só faltam 43 anos, 7 meses, 42 dias, 23 horas, 17 minutos e 15, 14, 13... segundos para mudar a direcção da associação..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensou... Isto é deixar a revolução correr... Hum... pensar é na festa do Natal. Se calhar três putas bailarinas com um gorro enfiado na pinha... hum... é isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sergay voltava a consultar o Forum da universidade em busca de novidades. O barão Enguia continuava a colocar notícias do maravilhoso mundo do Metal em destaque... Ainda ha poucos dias para festejar o aniversário da instituição, preparou um concerto em ré-menor com nabo soprano, mas novo evento se aproximava:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"ÉPOCA DE MÚSICA EXTRA-ORDINÁRIA: PARA QUEM DESEJA UM MESTRADO EM HARD ROCK NEW AGE, E AINDA NÃO COMPLETOU AS CADEIRAS DA LICENCIATURA EM FUSÃO TECHNO-METAL. OS INTERESSADOS DEVERÃO ENVIAR UM MAIL PARA: &lt;a href="mailto:enguia@cabras.cu"&gt;enguia@cabras.cu&lt;/a&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom não tinha nada a perder... resolveu inscrever-se. Era uma hipótese rápida de concluir a formação musical que a restruturada Universidade do Monte das Cabras lhe permitia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roeu as unhas de impaciência nos dias seguintes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente o grande dia!&lt;br /&gt;Entrou esbaforido com o pífaro na mão e ficou estupefacto por ver o Magnum Auditorium vazio e ás escuras...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas... Quando de repente!!! PUF!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tens de ripar,&lt;br /&gt;a minha piça de pernas para o ar,&lt;br /&gt;e encontrar o meu nabo para abocanhaaaaar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tenho mais dois,&lt;br /&gt;para poderes lamber depois,&lt;br /&gt;com vista para os pintelhos,&lt;br /&gt;enquanto miras a langonha a vir... APENAS...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TENS DE RIPAAAAAAAAAAAAAAAAR..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O barão enguia tocava todo nu... a guitarra na mão e por trás um cartaz colorido:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GAITENIUM UMC (universidade do monte das cabras)... O nabo inspira-nos!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apre...</description><link>http://penal.com-palavras.com/2007/10/revoluo-na-universidade-do-monte-das_23.html</link><author>noreply@blogger.com (alphatocopherol)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-5015268905249658667</guid><pubDate>Sat, 13 Oct 2007 15:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-02T15:31:22.529+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Plágios sem validade literária</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>estefano</category><title>Poesia Neo-alucinada (ou um sonho colectivo sergiófilo)</title><description>Tenho andado a estudar&lt;br /&gt;Uma hipótese muito estranha.&lt;br /&gt;Estou perto de a aceitar&lt;br /&gt;Quanto mais penso, mais se entranha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sergay, avôzinho de TL, compêlo dôs&lt;br /&gt;Por muitos nomes o conhecemos.&lt;br /&gt;Mas existirá ele na realidade&lt;br /&gt;Ou será uma psicose que todos temos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas pautas está inscrito&lt;br /&gt;Mas na faculdade nunca está.&lt;br /&gt;É muito estranho, admito!&lt;br /&gt;Ninguém o vê, porque será?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na net parece habitar&lt;br /&gt;Até comenta e escreve na Penal.&lt;br /&gt;Mas alguém pode provar&lt;br /&gt;Que não passa de um bug virtual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já esteve em jantares? Uma ilusão!&lt;br /&gt;Na FNAC a ler BDs? Um sonho!&lt;br /&gt;A desenhar em guardanapos? Uma visão!&lt;br /&gt;A tentar comer uma sandes? Que tonho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-“Tantas vezes que o vi, mais de um milhão!”&lt;br /&gt;Contradiz alguém, que se justifica.&lt;br /&gt;Mas não vê também o papão&lt;br /&gt;O menino que nele acredita?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teoria é real, submete-te&lt;br /&gt;Estaremos todos a viver uma alucinação?&lt;br /&gt;-“Tenta encontrá-lo, diverte-te”&lt;br /&gt;- “Lamento... mas ele já me ripou o nabão!”</description><link>http://penal.com-palavras.com/2007/10/poesia-neo-alucinada-ou-um-sonho.html</link><author>noreply@blogger.com (João)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-79973768744520472</guid><pubDate>Fri, 12 Oct 2007 01:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-02T02:48:46.446Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Testemunhos da vida de um louco e seus camaradas</category><title>Testemunhos da vida de um louco e seus camaradas (pt3)</title><description>Tinha chegado a noite de sábado e um grupo de convivas estava a decidir onde deveria decorrer o forrobódó. Ficou acordado entre os mesmos que a victima seria um bar na Alameda D. Afonso Henriques. Dito isto um dos indivíduos exclama:&lt;br /&gt;- Olha! Calha mesmo bem! Aproveito e vou ter com uma amiga minha que mora lá perto para resolver já um assunto!&lt;br /&gt;Assim foi. Chegados ao bar, o grupo de amigos começava a notar a demora excessiva deste último, pelo que um tomou a iniciativa de o ir procurar.&lt;br /&gt;Encontrou-o no cimo da avenida, dentro do carro, de cinto desapertado, com os óculos mal pendurados na face e um sorriso de uma imbecilidade solarenga.&lt;br /&gt;- Pá!- Disse-lhe - Tu não foste ver amiga nenhuma! Foste mas é às putas!&lt;br /&gt;- Errado- retorquiu-lhe calmamente - fui ter com uma amiga... a minha amiga dos bicos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.s. Este senhor não só é profissional como tem o doutoramento.&lt;br /&gt;Nota-se!</description><link>http://penal.com-palavras.com/2007/10/testemunhos-da-vida-de-um-louco-e-seus_1242.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Jantarada)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-3104848897012906745</guid><pubDate>Fri, 12 Oct 2007 00:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-02T02:48:46.446Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Testemunhos da vida de um louco e seus camaradas</category><title>Testemunhos da vida de um louco e seus camaradas (pt2)</title><description>Era noite de passagem de ano e, num jardim perdido no meio de Corroios, meia dúzia de marmanjos preparavam febras na grelha só para não lhes pesar na consciência (e no bucho) terem somente ingerido cevada da grossa. Às tantas um dos cozinheiros improvisados, devido à massrrice delitante, deixa parte da refeição ir ao solo. Vira-se para um dos comparsas e ordena:&lt;br /&gt;- Ehpa! Lava aí essa febra que está suja.&lt;br /&gt;Este último não hesitou... Dirigiu-se rapidamente ao tanque de pedra e abriu a torneira. Depois de bem molhado, , esticou o pedaço de carne, cobriu-o de detergente OMO, esfregou vigorosamente até enxaguar e estendeu a febra no estendal com duas molas. Feito isto informou:&lt;br /&gt;- Deixa secar uns 15 minutos e depois podes vestir.&lt;br /&gt;Não houve reacção para além do olhar esbugalhado e silencioso dos restantes. Nem podia haver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S. Este indivíduo não ingeriu uma única gota de alcool nessa noite... uma pessoa tem que manter um comportamento de alto nivel nestas efemérides, certo?</description><link>http://penal.com-palavras.com/2007/10/testemunhos-da-vida-de-um-louco-e-seus_12.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Jantarada)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-2821594762900528978</guid><pubDate>Fri, 12 Oct 2007 00:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-02T02:48:46.447Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Testemunhos da vida de um louco e seus camaradas</category><title>Testemunhos da vida de um louco e seus camaradas (pt1)</title><description>Desde já um grande bem haja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive a ideia de criar esta rubrica com o objectivo de partilhar convosco certos fenómenos por mim presenciados que deixariam o próprio Arthur C. Clark incrédulo.&lt;br /&gt;Aqui encontrarão as desventuras dum louco profissional bem como as de alguns dos loucos (amadores e profissionais... e olhem que já encontrei amadores com perícia lunática bem mais desenvolvida que muita desta malta encartada)  que se cruzaram no seu caminho. Como tudo o que será relatado nesta coluna é estritamente verdadeiro, não serão referidos nomes, para salvaguardar a integridade moral e... mmmm ... ok ... não serão referidos nomes, acabou!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sempre espero que apreciem e farpas rijas mais 1 braço para quem não gosta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo dia, dois foliões, já balanceados pelo alor da pinga, estavam em amena cavaqueira. A dada altura um deles, motivado por um qualquer impulso metafisico com forte cheiro a tintol, ou por pura veia jocosa, confronta o outro com a seguinte questão:&lt;br /&gt;- Pá! E monólogos secretos... já tiveste?&lt;br /&gt;Ao que o outro retribui:&lt;br /&gt;- Eu? Nunca tive nenhum... deve ser por serem secretos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.s. Estes não são profissionais... penso, porém, que vão no caminho certo.</description><link>http://penal.com-palavras.com/2007/10/testemunhos-da-vida-de-um-louco-e-seus.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Jantarada)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-7081043717976757714</guid><pubDate>Thu, 11 Oct 2007 03:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-11T04:03:00.137+01:00</atom:updated><title>Cat Sabbath</title><description>&lt;img src="http://carlosjantarada.no.sapo.pt/catsab.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem ainda não viu esta merda...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;All Praise The Almighty Cat Sabbath!!!!!      \m\_   (ªLª)   _/m/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://carlosjantarada.no.sapo.pt/cats.htm"&gt;CLICAR AQUI PARA VER CAT SABBATH&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só mesmo eu para por merdas destas aqui (ou em qualquer lado) às 4 da matina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim...</description><link>http://penal.com-palavras.com/2007/10/cat-sabbath.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Jantarada)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-4147000065162602513</guid><pubDate>Wed, 10 Oct 2007 21:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-10T23:02:26.109+01:00</atom:updated><title>Ondas [do mar [verdes e amarelas)]</title><description>... a pedido de alguns  (nomeadamente eu) fica aqui a versão escrita deste  radioso poema:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;as ondas do mar são verdes e amarelas&lt;br /&gt;as da frente trazem peixe&lt;br /&gt;as de trás principalmente</description><link>http://penal.com-palavras.com/2007/10/ondas-do-mar-verdes-e-amarelas.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Jantarada)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-8027789681096863424</guid><pubDate>Thu, 04 Oct 2007 10:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-09T12:17:49.360+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Vitânus</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Revolução na Universidade do Monte das Cabras</category><title>Revolução na Universidade do Monte das Cabras III (A mediatização)</title><description>Foi no computador da super esquadra do Rio Merdego, que o intendente Vite Ava Gina (Filho do famoso Chefe Victor Gina que morreu nos trágicos incidentes ocorridos em Monte das Cabras, há alguns anos), tomou conhecimento da agitação que abanava os alicerces daquela instituição.&lt;br /&gt;Na página da Universidade do Monte das Cabras, assistiu aos desabafos de Huno Pintelheira, que se indignava pelo facto de ter ficado com as mãos e pés esfolados da monumental cegada, e de Sergay, que depois da segunda aula de Aspectos do Metal Contemporâneo, já estava completamente afectado dos KORNos! (mil perdões pelo trocadilho forçado...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Puta de Universidade, acabou com a vida do meu pai e ainda continua a dar água pela barba, a quem a grama! Este barão Enguia é fodido!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolveu que estava na hora de um cafézito... Dirigiu-se ao bar da esquadra, cumprimentou a Dona Mama Lhuda, e  pediu-lhe o habitual café matinal, bem cheio e á grande!&lt;br /&gt;Ao chegar a uma mesa vaga deparou-se com uma nova publicação: Em vez dos habituais Destraque, Diário do Merdego ou o Mundo Universimamário, apresentava-se á sua frente o jornal "Fútil"!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verificou que esta era uma publicação da responsabilidade da Universidade Vaginet de Almamada, bem perto de Monte das Cabras! "Hum... será que falará do reboliço que por lá se passa?" - Pensou enquanto desfolhava ávidamente o jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pouco demorou a encontrar o que procurava. Depois de uma longa entrevista a Pim dos Murros e Cabeçadas, lá se encontrava a reportagem! Chocante!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" acontecimentos nefastos ocorrem em Monte das Cabras. O novatos estão atormentados com o ex-agente Small John, que agora contratado por barão Enguia, se dedica á sodomização massiva destes novos habitantes desta instituiçao! Dona Crosta de 99 anos proprietária da farmácia local declarou-nos: "Os novatos aqui, estão mesmo muito enrabados, ontem apareceu aqui um que estava com as bordas totalmente deslocadas e não tinha dinheiro para comprar halibut! Mas é claro que o meu marido prescreveu-lhe logo um genériCUzinho, que aqui a malta tem CUmissão!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fechou o jornal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"IRRA QUE VOU TRATAR MAS É DO CASO DO ESTURRICANÇO DA MAÇÃ DA BEIRA, QUE ESTA MERDA DA UNIVERSIDADE DO MONTE DAS CABRAS... É MESMO DO CATRÁLIO!!!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amiguinhos... Não percam a continuação... porque até eu próprio não faço a mínima ideia do que aí vem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;(Nota do Autor: Este texto é baseado em publicações verídicas... consulte uma banca perto de si.)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;</description><link>http://penal.com-palavras.com/2007/10/revoluo-na-universidade-do-monte-das.html</link><author>noreply@blogger.com (alphatocopherol)</author></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7714708.post-5063651889218211399</guid><pubDate>Wed, 26 Sep 2007 12:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-09T12:17:49.360+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Vitânus</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Revolução na Universidade do Monte das Cabras</category><title>Revolução na Universidade do Monte das Cabras II (A cegada)</title><description>Ao mesmo tempo que Sergay tentava conciliar o seu horário, um grande alarido varria uma pequena sala ao lado do antigo bar da dona Crosta, onde agora se vendiam fármacos (a propósito, sabiam que na nova farmácia da Universidade do Monte das Cabras, 99% dos alunos que apresentam incontinência anal, optam por um genérico enfiado pelas bordas acima?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gordo Tálá transpirava e bufava que nem um porco! Esta nova medida do barão Enguia necessitava de uma medida interventiva forte. Era agora que a Associação dos Beberantes poderia finalmente mostrar a força que tinha no Monte das Cabras! Iria sem dúvida ser muito melhor que quando a Universidade foi invadida por mais de 700 ovelhas, numa tarde de nevoeiro, ou quando o director queimou a boca quando foi obrigado a comer castanhas de enfiada no São Martinho da indignação!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Meus Amigos, vamos fazer uma CEGADA!!!!!!&lt;br /&gt;Espanto!&lt;br /&gt;-XIIIIII&lt;br /&gt;-OOOOHHHHHH&lt;br /&gt;- Tálá és o maior!&lt;br /&gt;- Tálá toma lá mais três putas bailarinas para se sentarem nas tuas banhas!&lt;br /&gt;- Viva o tálá...&lt;br /&gt;- Viva... O QUE É UMA CEGADA?????&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos se viraram curiosos para o gordo Tálá... Que indignado fez questão de esclarecer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma cegada???? Então vocês não sabem, o que é uma cegada? Então uma cegada... hãn... cegada... hum... BURP! Cegada... Hum.. Nom Xei!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silêncio... Por dois segundos... Perante aquele cenário, o famoso lambe botas da Associação, Huno Pintelheira, desatou a rir, rebolando pelo chão perante o olhar abismado dos presentes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava decidido, o Gordo Tálá levantou-se e declarou!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A cegada está marcada e os seus moldes estão decididos, Abelha Malha pega aí nessa abécola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 e 55 - Ruas de Monte das Cabras. Dezenas de novatos fogem rindo e acicatando um furibundo Huno Pintelheira, correndo de quatro Monte abaixo, com dois chifres da cartolina enfiados na mona! A cegada estava lançada! Mais uma medida que não iria certamente servir de nada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAS QUE DAVA UM GOZO DO CATRÁLIO, AI ISSO DAVA!!! EHEH!!!!</description><link>http://penal.com-palavras.com/2007/09/revoluo-na-universidade-do-monte-das_26.html</link><author>noreply@blogger.com (alphatocopherol)</author></item></channel></rss>