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Ontem à noite

Ontem à noite vi-te no WC Estavas com diarreia, sem clister... Para lá do fedor só brize primaveril®, Com o seu perfume, incapaz de purificar o ar. Percorri o armário dos desinfetantes enquanto Te acabavas de limpar. Queria que tivesses cagado num WC só teu Onde a distância evitasse este odor a podre. Ontem à noite prometi a mim mesmo, Que nunca mais te faço uma feijoada Com couves e enchidos, a cheirar a gordura... Agarra-te ao soja, que eu cozo a posta! Ontem à noite o WC deixou de ser só meu! Tive de o limpar como a uma fossa Fui um engenheiro sanitário imerso em bosta! Ontem à noite foi a noite em que abolimos os farináceos!

Harry Putta e as Ordens de Inex

No capitulo anterior: " - Harry! abstrai-te do meu corpo, olha-me nos olhos, podes sucumbir ás tuas próprias fantasias! - avisou Inês. - "Mas como?!" - Elevou o olhar: o ventre era liso e claro; os seios elegantemente volumosos, simétricos e erectos; o pescoço jovial e perfumado; o queixo esbelto; os lábios carnudos e desenhados; os olhos, os olhos verdes-mel prendiam o olhar. - Isso mesmo Harry. Distraíste dos teus objectivos, como todos os homens, colocando o teu prazer em primeira prioridade... Não queres saber o que estou aqui a fazer? - Mas como me controlo? Tu estás a dominar o meu corpo!? - respondeu ele francamente. - Estarei mesmo? Porque aceitaste a boleia das nuvens? Porque não invocaste os teus conhecimentos de Magia Tântrica? " - A Natureza chamou por mim... e eu não resisti... - confessou ele. - Como sempre... nunca resistes! És uma nódoa da magia! Nem sei como ainda insistes em depilares miúdas!? A face de Harry começou a ganhar contornos de agressivi...

Realidades... oh, bosta!!

Ajeitou os pensos do capachinho enquanto dava baforadas no seu charuto fumegante... Desceu à cozinha da sua vivenda com vista para o mar, e ao passar pela menina Bebiana, a sua empregada de 22 anos e corpo de modelo, deu-lhe uma forte palmadinha nas nádegas, dizendo “Que noite esta!”. “Cabrão do velho”, pensou Bebiana. Escarrou violentamente para o penico a sua especturação matinal, enquanto coçava delicadamente o seu rabo peludo e postulento... Fugiu para o quintal enquanto a sua mulher corria atrás de si, em robe, com uma lingerie que até se poderia considerar sexy, mas não num corpo de uma mulher de 137.8 quilos. “Porra, mais uma noite!”, pensou correndo atrás do autocarro da carris. Entrou no seu topo de gama novinho, e escolheu qual dos seus cartões de crédito, com avultados plafons cobertos, ia usar. “Hum, este deve chegar para a Madame Viviane!” Por entre o magote de gente do autocarro, tirou a carteira rota e contou os trocos “20 euros e meio... deve dar para meia hora com a Ge...

Harry Putta em Gaita em Brasa

No capitulo anterior: " Estendeu as mãos, elas agarraram e começaram a voar. Lá em baixo a vila desaparecia... à sua volta, orgias molhadas e relampejantes multiplicavam-se... até que ele apagou... Acordou deitado num espaço branco-acinzentado, com textura a nuvens. Estava nu e tudo era um imenso vazio, sem portas nem janelas. - “Onde estarei eu?!” - És nosso prisioneiro, fofinho... Em breve terás uma visita... - ecoaram as paredes. - Um visita?! Quem? É ela, não é?! - perguntou ele em pânico. - Ela não! Nós! " Harry começou a sentir um calor intenso... que vinha de dentro... Contorceu -se como estivesse a sentir prazer... um prazer diferente... (diferente das habituais piveas matinais) O estado febril aumentou o fluxo sanguíneo provocando-lhe uma erecção gigante, de tal ordem que duplicou os 16 cm da média e a glande ganhou uma textura diferente, semelhante ao "Cogumelo-falale", muito usado nas fantasias eróticas de jovens biólogos. Harry estava completamen...

Poesia Neo-alucinada (ou um sonho colectivo sergiófilo)

Tenho andado a estudar Uma hipótese muito estranha. Estou perto de a aceitar Quanto mais penso, mais se entranha Sergay, avôzinho de TL, compêlo dôs Por muitos nomes o conhecemos. Mas existirá ele na realidade Ou será uma psicose que todos temos? Nas pautas está inscrito Mas na faculdade nunca está. É muito estranho, admito! Ninguém o vê, porque será? Na net parece habitar Até comenta e escreve na Penal. Mas alguém pode provar Que não passa de um bug virtual? Já esteve em jantares? Uma ilusão! Na FNAC a ler BDs? Um sonho! A desenhar em guardanapos? Uma visão! A tentar comer uma sandes? Que tonho! -“Tantas vezes que o vi, mais de um milhão!” Contradiz alguém, que se justifica. Mas não vê também o papão O menino que nele acredita? A teoria é real, submete-te Estaremos todos a viver uma alucinação? -“Tenta encontrá-lo, diverte-te” - “Lamento... mas ele já me ripou o nabão!”

Testemunhos da vida de um louco e seus camaradas (pt3)

Tinha chegado a noite de sábado e um grupo de convivas estava a decidir onde deveria decorrer o forrobódó. Ficou acordado entre os mesmos que a victima seria um bar na Alameda D. Afonso Henriques. Dito isto um dos indivíduos exclama: - Olha! Calha mesmo bem! Aproveito e vou ter com uma amiga minha que mora lá perto para resolver já um assunto! Assim foi. Chegados ao bar, o grupo de amigos começava a notar a demora excessiva deste último, pelo que um tomou a iniciativa de o ir procurar. Encontrou-o no cimo da avenida, dentro do carro, de cinto desapertado, com os óculos mal pendurados na face e um sorriso de uma imbecilidade solarenga. - Pá!- Disse-lhe - Tu não foste ver amiga nenhuma! Foste mas é às putas! - Errado- retorquiu-lhe calmamente - fui ter com uma amiga... a minha amiga dos bicos! P.s. Este senhor não só é profissional como tem o doutoramento. Nota-se!

Testemunhos da vida de um louco e seus camaradas (pt2)

Era noite de passagem de ano e, num jardim perdido no meio de Corroios, meia dúzia de marmanjos preparavam febras na grelha só para não lhes pesar na consciência (e no bucho) terem somente ingerido cevada da grossa. Às tantas um dos cozinheiros improvisados, devido à massrrice delitante, deixa parte da refeição ir ao solo. Vira-se para um dos comparsas e ordena: - Ehpa! Lava aí essa febra que está suja. Este último não hesitou... Dirigiu-se rapidamente ao tanque de pedra e abriu a torneira. Depois de bem molhado, , esticou o pedaço de carne, cobriu-o de detergente OMO, esfregou vigorosamente até enxaguar e estendeu a febra no estendal com duas molas. Feito isto informou: - Deixa secar uns 15 minutos e depois podes vestir. Não houve reacção para além do olhar esbugalhado e silencioso dos restantes. Nem podia haver. P.S. Este indivíduo não ingeriu uma única gota de alcool nessa noite... uma pessoa tem que manter um comportamento de alto nivel nestas efemérides, certo?