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A mostrar mensagens de Agosto, 2008

A Cintura

No calor do anoitecer Já com vontade de ir dormir, Abanas-me a cintura, Montada, como uma profissional [Deixa estar que não sou novata… Um arfar intenso e constante Que me faz fechar os olhos Rugidos audíveis no prédio todo Que liberto enquanto trabalhas [Não te vás embora agora… Monta-me na cintura Enquanto te aperto as mamas Esquece a lembrancinha A noite ainda agora começou [Continua, minha vaca…

O Peido (descrição de 4 segundos flatulentos)

Som.... Um peido disparado. Ritmo... Um estrondo anunciado. Solo... Prenuncio de cagalhão. Voz... - Ai que sensação!!!!!!. Música... Num peido espiritual. Refrão... Monocórdico e brutal! Sinfonia... Já quase rebentei os ouvidos. Harmonia... Cheiro e perco os sentidos!

Lamento - plagiar-te à bruta

Peido-me no vazio que há na minha alma… Nesta noite quente em que o Caviar me entalou as tripas… Lamento desiludir-te, mas não como Cerelac… Não tenho, ao contrário dele, jeito com o púcaro e muito menos com a água quente… Sou apenas miúdo… Este miúdo, com um pouco de adolescente, outro tanto de punheteiro e nada de poeta… A única poesia em mim existe no teu decote, no teu rabo, nas tuas mamas… No teu corpo salto ao vento coberto pelo meu pénis erecto! O teu sorriso não é mais que uma forma na tua cara! Eu, venho-me perfeito… Assim como me venho na ondulação do teu ventre… Lamento desiludir-te, mas não sou Gay… Não tenho, ao contrário deles, uma beleza irrepreensível e muito menos guardo em mim o segredo da eterna juventude anal… Sou apenas este que te insulta com ternura… Possuo em mim apenas a vontade… O desejo de ser livre como o vento… De ir contigo… De Ser contigo… De deixar este garfo e este copo de uma qualquer bebida fermentada, e atirá-lo a ti! Ir até onde Ares nos roube a