Sexta-feira, Maio 09, 2008

Guerra de Nabãos

Um cheiro a fritos banhava aquele fim de tarde. No alto do Monte da Caparica, junto à barraquinha da Dona Crosta, cuja relva ia perdendo os tons verdes dos tempos em que ainda nenhum caloiro bêbado se lembrara de lhe vomitar em cima, encontraram-se finalmente, após todos aqueles anûs. Olharam-se olhos nos olhos e o que viram no olho do outro (LOL!) foi uma escuridão imensa (Ojos negros, larari raraa...). Olharam-se como os irmãos Nabão que eram. Como irmãos que não encavavam uma franguinha em conjunto havia já muito tempo, demasiado tempo... Fosga-se, já tinham comichão nos c*****s! Tempo em que haviam deixado que os seus nabões se travassem de razões para um "Doubleteam", um pouco por toda a parte, por um motivo que já nem era claro nem para um, nem para o outro (Herpes? Piolho púbico?).

Ao seu redor os professores e os veteranos banqueteavam-se de folhados azedos e croissants de duas semanas...Parecia impossível, mas da pandilha original apenas restavam eles os dois. Naquele campus, onde durante incontáveis semestres caloiras riparam, repetentes gozaram, monumentais orgias de fim de ano entraram para a História, apenas dois restavam da Irmandade Original, a Fraternitas Naborum, seu objectivo último a "Guerra à Guelra" em todas as vertentes (de lado, de frente, upside-down, etc). Eles os dois, os membros originais (ROFL) que haviam começado aquela carnificina de crica, seriam também quem acabaria finalmente com ela.

Soprou um vapor nauseabundo da cozinha da Dona Crosta que fez lacrimejar todos os presentes. Não diziam nada, só coçavam o pacote. Não sabiam bem o que procurar na cara do outro. Podia ser que se lessem, podia ser que travassem um duelo mental, um caleidoscospe-o de posições kama-sútricas em que ambos se tentavam ultrapassar, enquanto houvesse grêlo intacto pra escavacar.

Não houve, há, nem nunca haverá à face da Terra quem possa medir a proeza sexual dos dois irmões. Só Deus, isto é, Eusébio, se algum dia diante d’Ele se encontrarem, os poderá ajuizar. As histórias que circulam rezam que a guerra durou tanto porque o próprio Diabo (i.e. José Veiga) os expulsou do Inferno Vermelho. Ele, que teve de "subir a pulso", era incapaz de admitir a presença de dois marmajos que nunca tiveram de bater uma pívia (a ninguém) na vida!

Ninguém diria no entanto que se enfrentavam os dois seres mais libidinosos, mais potentes que já fornicaram à face da Terra. Ambos pareciam jovens, mas cansados. Via-se que o peso de muitas quecas lhes vergava as costas, e não só. Via-se nas olheiras, no seu ar de tísicos, que os seus organismos estavam à beira duma exaustão mortal.

Um clamor surgiu então no Monte. No campus em redor, os alunos pareceram levantar-se da relva onde fingiam que estudavam o dossiê, os seus telemóveis a gravar (youtubi!), os seus nabos pendurados e inertes mas as suas gónadas a clamarem por paz (PÁS! PÁS!). Ambos os irmães souberam o que os voyeurs queriam e ambos viram aí o prenúncio do que aconteceria... perceberam então que todos estes anos a malhar em conjunto mais não fizeram que adiar o inevitável. Teriam de ser eles a acabar com o derramamento de sangue rectal. A altura de mandar outros para o hospital pra levar pontos no buraco tinha acabado...

Começou o das calças pretas por retirar as mesmas. Ficou nú, segurando apenas um boné à frente do pirilau, que as verrugas tinham voltado em força e ele tinha vergonha que as vissem. A sua arma era mais para ser usada como moca e como espeto (!) do que como objecto de cortejamento.
O das calças brancas pareceu anuir ao desafio e retirou a sua roupa, ficando a segurar uma espada de carne em tudo idêntica à do seu irmão de sangue virginal. Olharam-se mais uma vez longamente. Não havia entre eles repulsa, havia sim algo que os impedia de se lançarem um contra o outro. Finalmente, depois de tantos rios de nhanha derramados em cavidades alheias perceberam que mocar só era fácil quando não é o nosso cu o sacrificado. Avançou então um, difícil dizer qual no meio do fedor das coxinhas de frango (que de frango só tinham a cartilagem), e o outro respondeu com um passo igualmente seguro em frente.

O vento flatulento era agora mais forte, mercê da dieta gordurenta dos imbecis que passam pela fina-flôr académica, e trazia as vozes dos milhares de pós-adolescentes frustrados que clamavam por pinocada... Já ninguém defendia o encavanço de um dos irmões, mas sim a enrabadela mútua de ambos! E estes sentiam um frio nas nalgas maior do que aquele que lhes arrepiava a pele do escroto. Naquele momento era algo maior que eles que ali estava em questão. Apenas eles haviam sobrevivido ao esgotamento sexual, não porque fossem impotentes, isso não, ambos investiam de pé, na frente dos seus colegas, não, a explicação era outra... Ambos haviam sido treinados pela mesma Maestrina, a maior cabra do seu tempo e ambos haviam sido os seus melhores (e maiores) discípulos. Papavam todas as gajas que lhes aparecessem pela frente em qualquer posição, esporravam-se e voltavam à carga as vezes que lhes apetecessem, o rol de pito (e não só) alargado não tinha fim...
Mas eles foram longe demais, e uma noite em que ambos testavam uma manobra favorita - o famigerado DoubleAnal - numa caloira de Ambiente particularmente elástica, não conseguiram deixar de ignorar a insistente fricção de nabo com nabo, algo que os deixava tão ou mais excitados que a estreiteza daquela anilha gulosa.
A partir daí, o recalcamento a que ambos se votaram não mais os abandonou e foi fonte de infortúnio para mais do que uma bilha.

Muitos anûs (outra vez? já começa a ficar gasto...) haviam passado e ambos haviam liderado a sua Fraternidade Nabesca, cujos membros eram recrutados com promessas de boca, cu e cona, mas sem revelar a ninguém o seu treino sexual, a Guerra da Guelra tornou-se na Espanholada Eterna, travada entre duas tetas maiores do que a imaginação consegue visualizar e sempre com dois nabos eternamente hirtos a liderar. Dizia-se que era uma luta entre o Pás e o Tau, com o Tau sempre a seguir ao Pás(PÁS PÁS! TAU TAU!). Tinha havido mais do que uma foda digna de figurar nos Anais da História (LMAO!) mas aquela, no Monte Nalguedur, euh, da Caparica, seria a última, as piças invencíveis conheceriam hoje a derrota.
À medida que se degladiavam em duelo fálico o cansaço apoderava-se de ambos por igual medida. A cada um a gaita ia sugando o que lhe restava de vida e fluido seminal. As suas próstatas fumegavam, ansiando por um alívio que não (se) viria. Os colhões protestavam, azuis de esforço.
Continuaram naquela esgrima punhetesca por dias e dias até que finalmente e em simultâneo, fodidos pelo embaraço ("buuuh", "grandes bisnagas que me saíram" e "afinal vai ou não vai haver nabão?"), tiveram o mesmo movimento em falso... Ou pelo menos tão em falso como um prisioneiro deixa cair o sabonete de costas para o seu musculoso companheiro de cela...

Ainda hoje é visível a estátua, no átrio do Edifício VII. Nela está captada, num instantâneo obsceno, o abraço fatal dos dois irmãos Nabãos, as espinhas quebradas num derradeiro esforço de mútuo enrabamento.

Terça-feira, Abril 29, 2008

Poesia Peiduplicada - Um Sonho Desinspirado

Se puxas pela cabeça
(a de cima, não sejas tonho)
e não há ideia que apareça
nem em rasgo, nem em sonho...

Faz como eu, vais à e-P.E.N.A.
onde há escritos quanto baste
escolhes um, duma centena
e aplicas-lhe um cópi-páste!

Começa então o desprimor
do triste texto original;
"-Fora talento! Xô pudor!"
Quando é p'ra pôr na Penal...

Não te rales com a métrica,
o qu'interessa é rimar!
Força a rima, esquece a estética
p'ra isso estou-me a cagar!

Inventa algo bem javardo,
misto de escarro e cagalhão,
poesia delicada como um cardo
só no olho cria arranhão!

Sentadinho (na retrete) fechas
a peça, com um floreio de mão:
"Texto novo, diverte-te!"
"Lamento... isto é cura para obstipação!"

Terça-feira, Abril 22, 2008

Poesia corruptiva (ou um sonho apitado...)

Se na vida tens azar,
E tudo o que fazes dá para o torto,
Não adianta desesperar,
Junta-te à máfia do desporto

Para começares a lucrar
Só tens que arranjar bons amigos...
Aqui e além um bom jantar,
E saber te desviar dos perigos

Usando uma táctica astuta,
Grandes benefícios irás ter:
Basta conheceres uma boa fruta
E teres viagens para oferecer

Seja a oferenda bem dourada
Ou simples e curriqueiro bibelot...
Será que ninguem vê nada?
Será preciso chamar o Poirot?

Do norte ao sul a aldrabar,
Temos muitos amiguinhos.
Por isso poe-te a telefonar!
São só uns favorzinhos...

"O Bastos, o Fagundes e o Simão,
O Aurélio e o Joaquim podem apitar!
O Zé Tolas é que não
Que nos tá sempre a lixar!"

Por isso já sabes... oferece-te!
A esta poderosa organização
"Tenho um apito, diverte-te!"
"Lamento... Brigada, anti corrupção!"


Nota de autor: O texto satírico apresentado refere-se à corrupção existente no futebol Português em geral, de Norte a Sul do país em sabe-se lá quantos clubes...

Mais afirmo que esta é uma criação original não corrupta baseada num plagiante plágio de plágio, pelo que a sua originalidade plagiante não deve ser colocada em causa nem a sua validade literária. Mais afirmo que para colocar este texto não exerci qualquer pressão sobre ninguém...

Apesar de tudo... se alguém me poder dar uma ajuda com o telemóvel... é que ás vezes ouço uns barulhos como se alguém tivesse a ouvir as conversas... se alguém me ajudar eu posso talvez arranjar um cafezinho pingado ou uma viagem ao Seixal... em cacilheiro, 1ª classe! Upa, upa

Sexta-feira, Abril 04, 2008

Nalgatorius, o Erectus (V - o regresso do mito)

Três anos passaram desde o episódio que alcunhou Nalgatorius. A criança sonhadora de 13 anos é agora um adolescente.... muito mais batido e experiente!

( leiam a história toda desde início em: http://penal.com-palavras.com/labels/Nalgatorius.html)

Apesar da imagem, ridicularizada entre colegas, deixada na sala de aula três anos antes, Erectus é famoso entre os professores, principalmente os do sexo feminino (e alguns indecisos), que vêm nele um potencial sex-symbol.

A professora de Ciências da Natureza contou às suas colegas que não conseguiu dormir tranquilamente durante uns dias. Consta que tinha sonhos eróticos sempre que se lembrava do instrumento fálico do seu aluno, e do seu tamanho...

As colegas de turma nunca conseguíram desfazer-se da imagem perversa, afastando-se dele para evitar estereótipos.

Seus colegas gozavam por inveja... Nenhum era tão sobre-dotado e escarnecer desviava a atenção das miúdas. Típico de putos... Nalgatorius não se importava, conseguía ultrapassar essas criancices com bastante facilidade.

-- voltando ao pós-acidente --
O problema na escola dificultou a vida familiar, tendo sido obrigado a trabalhar de noite para, segundo os pais, valorizar a vida. A sua tenra idade era um entrave assim como a inexperiência, mas semanas e alguma sorte bastaram para descobrir uma loja de comida oriental, que precisava de um estafeta para a bicicleta.

Num dos primeiros dias de trabalho, bufando cerca 5 km, foi entregar um Shop Suey de frango numa vivenda de rés-do-chão cinzenta, nos arredores da vila.

Encostou a bicicleta ao muro e tocou na campainha com altifalante. Do outro lado respondeu um voz feminina electrizada:

- szzz... Quem toca? shshszzz...
- Boa noite, é da Minetetui e trago o seu Shop Suey de frango! - respondeu o rapaz ainda recuperando o fôlego.
- szzz... Entre então... shhhh.... - respondeu a voz enquanto o trinco do portão se abria.

Erectus empurrou o portão e caminhou na direcção da porta cinzenta. Ouviu o trinco, enquanto a porta de entrada se abria e jorrava luz intensa. Apercebeu-se, pelas curvas, que estaria uma mulher em vestido fino à sua frente. Tentou focar o rosto, mas a claridade só permitia ver na penumbra. Enquanto apreciava as curvas sensuais apresentou-se:

- Boa noite, sou o estafeta da Minetetui e trago-lhe a encomenda... Shop...
- Olá Nalgatorius! Obrigada. - Interrompeu a mulher, não deixando Erectus terminar o raciocínio.

A porta abriu-se completamente até se aperceber que tinha a professora de Ciências da Natureza há sua frente!

- Não sabia que trabalhavas de noite? - continuou ela.

Corou de vergonha... saindo-lhe uma resposta sincera:

- Olá professora... Já trabalho há uma semana e meia... Os meus pais acharam que me fazia bem depois do incidente na escola.
- Fico feliz por te ver aqui... Queres entrar um pouco para conversarmos? Se tiveres tempo, claro!
- huum... - hesitou ele - foi a minha última entrega hoje e posso entregar o dinheiro mais tarde... portanto posso entrar?! - Arrematou ele.

Pacheca ficou espantada com a agilidade do seu aluno, nas aulas parecia muito menos despachado (para as aulas, claro!). Cedeu-lhe prontamente passagem, fechando de seguida a porta com ruído!

- Entra! Segue por esse corredor, vira à direita e fica à vontade! Eu já venho... 2 minutos! - Ordenou ela.
- Obrigado... Já nos encontramos então. - respondeu ele.

"Erectus achou estranho o tratamento da professora. Poderia estar ela a dar-lhe um momento para explicar o incidente e compreender a situação?!"

Entrou numa sala ampla, com um sofá em veludo branco, em L, uma mesa de jantar, com pernas pretas em U e tampo em vidro escovado.

Na mesa, à cabeceira, estava um prato, cinco talheres e dois copos. Ele dirigiu-se até lá e pousou a embalagem da encomenda. De seguida, sentou-se na esquina do sofá branco enquanto assimilava a decoração...

"Pelas fotos concluiu que a professora viveria sozinha e que seria solteira... teria cerca de 30 anos, muito a tempo de constituir família!"

Continuou a assimilar informação até começar a ouvir novamente passos na direcção da sala. Desviou o olhar focando Pacheca entrando e sentando-se junto dele.

Nunca a tinha visto de cabelo solto, mas ficava extremamente sensual e juvial, assim como o seu odor aflorado, leve e refrescante, o deixara desconcertado.

Ela olhou-o intensamente nos olhos, aumentando a dilatação das pupilas e a intensidade do brilho, e oscolou-o hipnoticamente na boca.

(Continua brevemente...)

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Terça-feira, Março 25, 2008

Gloriosos reis da Noite

Gloriosos sejam os reis,
Decerto eles (quem?).
Que desafiando todas as leis
Cá estão para o mal e para o bem!
Aos zigue-zagues rua fora,
Sem destino e sem hora

Um saco cheio de histórias,
Saco vazio de tristezas!
Enche-se um (grande) pacote de memórias,
O tejo branco de certezas...

E mesmo se o iz-mai-loooov falhar,
E o saco cheio ficar...
CERVEJA PELO AR
A VIDA VAMOS FESTEJAR!

Terça-feira, Fevereiro 26, 2008

Ontem à noite

Ontem à noite vi-te no WC
Estavas com diarreia, sem clister...
Para lá do fedor só brize primaveril®,
Com o seu perfume, incapaz de purificar o ar.
Percorri o armário dos desinfetantes enquanto
Te acabavas de limpar.
Queria que tivesses cagado num WC só teu
Onde a distância evitasse este odor a podre.

Ontem à noite prometi a mim mesmo,
Que nunca mais te faço uma feijoada
Com couves e enchidos, a cheirar a gordura...
Agarra-te ao soja, que eu cozo a posta!

Ontem à noite o WC deixou de ser só meu!
Tive de o limpar como a uma fossa
Fui um engenheiro sanitário imerso em bosta!

Ontem à noite foi a noite em que abolimos os farináceos!

Quinta-feira, Fevereiro 21, 2008

Revolução na Universidade do Monte das Cabras VI (finalmente o fim...)

Monte das Cabras 0h46min!

O fogo de artificio iluminava as letras no topo do edifício:

Festa que comemora uma data qualquer que serve de desculpa para fazer mais uma noite de festa e acabarmos todos com uma bebedeira do car (fim de espaço no edifício para colocar mais letras)


De repente o anexo á sala de tortura alimentar, tornou-se num espaço onde qualquer coisa semelhante a mil raios de trovoada por minuto causava uma intermitência luminosa no mínimo irritante... e o caos musical começou

heun an an an woueeeeeeeeng.... csa pum tum puntum puntum cspum, PUM; PUM; PUM!!!!!!

Mil corpos frenéticos agitavam-se compulsivamente enquanto mil cervejas já rolavam pela goela abaixo!

Num palco ao lado, Talá sentado em duas cadeiras delirava com 3 bailarinas que se empoleiravam junto a si! O habitual...

Stefalo e Vite Ava Gina sentaram-se numa mesa do canto...

"Temos que nos libertar dos fantasmas desta casa, temos que ter a coragem de seguir em frente, de voltar a encarar o futuro de... de... vai mais uma cerveja?

"Bora esta pago eu!"

De súbito os gritos de pânico soaram pela sala! Uma das bailarinas saca de um sabre gigantesco e zac, salta a cabeça do Talá! Um jorro de sangue inunda a sala!
A música para! Silêncio total! De repente jactos de sangue caem do tecto! Enguia entra triunfal na sala!

"Monte das Cabras é minhaaaaaaaaaaaaaaaa!" Na aparelhagem Rob Zombie começa a vociferar algo acompanhado por um som carregado de terror. O pânico espalhou-se pot toda a sala... ou melhor quase toda a sala...

"Fui ali Gregolum... vai mais uma Stefalo?"
"Vai, esta festa está mais animada do que é costume... HIC! Mas porque é que eles tão a passar os estranhos na noite, não... não percebo..."
"Isto???? Os estranhos na Noite??? Cala a boca!!!!!"
" FOI o que eu disse.... bleurg!"
"olha... gegrelum...."

De repente no meio do caos... A chuva dourada começou a cair! Enguia berrou angustiado:

"OH NÃO! AS feromonas da Maria Inês outra vez NããããããããOOOOOOOO!"

Num ápice os gemidos invadiram a sala na maior cena de sexo colectivo alguma vez vista... é que nem no canal 18...

"Stefalo esta merda já está a ficar um bocado apalhaçada não HIC!"
"Então não? O gajo que fez este argumento sinceramente..."
"Eh pah sabes o que eu digo FOR LEATHEEEEEEEEEER!!!!"
"TAAAAAAUUUUUUUUU!!!!"

De repente surpreendendo toda a gente o corpo de intervenção policial de Monte das Cabras entra em acção! O comandante da força ainda teve tempo para esmagar um crânio junto á porta antes das feromonas super potentes fazerem efeito...

"GRAUUUURRRRRRR... ahh... annnn.... aiiiiiiiiii meninaaaaaaaas toca a juntar à festa suas doidaaaaaassssss"

E logo o disk jokey vociferou "bolas isto é que está cá uma noite hoje..." enquanto colocava nova malha....

"first i was afraid...." E logo a panascada policial começu...

Ao ouvir o som vindo das colunas logo Enguia se começou a contorcer em dor! "POP GAY NÃÃÃÃOOOO! PUM!!!!!!! A cabeça explode violentamente, mas a sala não perdeu tempo em aplausos... a orgia ainda mal tinha começado...

FIM



...




"Foda-se termina assim..."
"Termina... BURP! " respondeu Vite Ava Gina com a cabeça pousada em cima da mesa
"Então e a lógica quem fica a tomar conta de Monte das Cabras agora?..."
"Hum não Xei... mas talv..."

Não acabou a frase! A orquestra começou a ouvir-se nas colunas e a música soou perante a surpresa de todos...

Allons enfants de la Patrie,
Le jour de gloire est arrivé !
Contre nous de la tyrannie...

Mas que vem a ser isto??

Os olhos viraram-se para um dos lados da sala!

"fuooooooooooooDASSSSSSSSSSSS!!!!!!" Um jovem entra projectado de costas caindo sobre a cadeira onde minutos antes Talá se havia esvaído em sangue...

Enquanto alguns estavam ainda a vestir as calças outros olhavam de olhos esbugalhados o pobre rapaz que, ao levantar-se, se ia queixando...

Doi-me as costas!!!!!!!!!!!!!!


FIM (AGORA É MESMO)!

Sábado, Fevereiro 02, 2008

Harry Putta e as Ordens de Inex

No capitulo anterior:
"- Harry! abstrai-te do meu corpo, olha-me nos olhos, podes sucumbir ás tuas próprias fantasias! - avisou Inês.

- "Mas como?!" - Elevou o olhar: o ventre era liso e claro; os seios elegantemente volumosos, simétricos e erectos; o pescoço jovial e perfumado; o queixo esbelto; os lábios carnudos e desenhados; os olhos, os olhos verdes-mel prendiam o olhar.

- Isso mesmo Harry. Distraíste dos teus objectivos, como todos os homens, colocando o teu prazer em primeira prioridade... Não queres saber o que estou aqui a fazer?

- Mas como me controlo? Tu estás a dominar o meu corpo!? - respondeu ele francamente.

- Estarei mesmo? Porque aceitaste a boleia das nuvens? Porque não invocaste os teus conhecimentos de Magia Tântrica?"

- A Natureza chamou por mim... e eu não resisti... - confessou ele.
- Como sempre... nunca resistes! És uma nódoa da magia! Nem sei como ainda insistes em depilares miúdas!?

A face de Harry começou a ganhar contornos de agressividade. Maria, apercebendo-se do seu estado espírito, voltou a insistir na sua aparição:

- Então Harry!? Sabes o que estou aqui a fazer?
- Não! O que li de ti não me permitiu chegar a nenhuma conclusão lógica... Sei que tiveste umas aventuras estranhas com um tal de Sergay...
- Cala-te imbecil! És mesmo pobre! Quero aniquilar Inex e por sua vez a
Magia Sexual Tântrica! E vou começar por ti....

Harry conteve a sua agressividade, enquanto, aos poucos, recuperava suas forças.


- E estás à espera do quê? Já o podias ter feito, nem precisavas de gastar o teu tempo...

A sua observação consistiu numa estratégia forçada, para conseguir recuperar o fôlego e arranjar uma saída.


--- Em terrra ---
Inex, preocupada com o seu aprendiz, insistiu na magia dos Guardiões das Orgias Celestes. Algum tempo depois entrou na mente do Harry, certificou-se que estava bem, e do que se estava a passar, pedindo-lhe para queimar algum tempo.

--- De novo com Harry ---
- Achas que eu ia perder o meu maior trunfo para conseguir enfrentar Inex? É a forma mais acessível dela chegar até mim! Para além de que ela em terra é bem mais forte que eu! Aqui eu sou sábia! - respondeu-lhe Maria Inês.

- A Inex é capaz de vencer se quiser, onde quiser! Para além disso, porque haveria ela de vir ao teu encontro? - Harry contra-atacou enquanto Inex lhe começou a transferir energia celestial.

- Vem ao teu encontro, salvar-te! Ela tem uma obsessão sexual oculta por ti, e acredita que com treino a satisfarás eternamente!

Maria acreditava que invocando raiva em Harry conseguiria trazer Inex ao seu encontro, mas Harry tinha filtro de emoções, Inex aplicou-o assim que se ligou mentalmente.

- E achas que eu não sei? Ela é a minha heroína! Eu acho é que tu estás com alguma perversão sexual! Queres possuir Inex? Depois do Sergay ficaste com algum impulso homosexual?

A pergunta deixo-a desarmada, pela primeira vez Maria Inês hesitou.
Harry, com instruções e estimulação prostática de Inex, avançou soletrando:

- "Aurum Brassica rapa fusione vagina maria ines et plovere" (Nabo dourado funde vagina de Maria Inês e chove)

Inês não reagiu, imediatamente a glande Harry ganhou um tom dourado, atingiu os grandes lábios e penetrou-a em Mach 5 (hipersónico). Ela inicialmente ainda esboçou um sorriso de prazer, desintegrando-se logo de seguida, em chuva...

--- Em terra ---

Inex olhou para o céu, as nuvens tinham desaparecido, mas chovia algo, com um cheiro sexualmente apelativo... (as feromonas de Maria Inês - ver Labels)
Rapidamente regressou à realidade e invocou a magia de Fénix , para que Harry chegasse inteiro a terra.

Harry sorriu quando finalmente aterrou e olhou nos olhos de Inex, mas ela não lhe deu tempo para falar, mordendo-lhe os lábios enquanto se despia.
Empurrou-o para o chão, deitou-se em cima dele, enquanto lhe pegava no pénis e o introduzia na sua ranhura...
A Vila adormeceu... e os dois satisfizeram-se em silêncio...
Estavam no Auge da Magia Sexual Tântrica!

(Fim - por agora - já tinha pesadelos com o Harry!!)

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Sexta-feira, Dezembro 07, 2007

Revolução na Universidade do Monte das Cabras V (A esperança "foice")

Trriiim, triiiim.....

- Sim, senha por favor...
- O merdego ainda há-de ser nosso... pela primeira vez...
- Identificação...
- Cassete Búbú Ariel Bold Ámaquina.
- Ora viva Búbú... Presumo que já saibas das notícias.
- Sim... Já soube que por aí no Merdego as coisas não correram bem...
- Pois realmente... Mas não te preocupes!
- Huuuum... O chefe não parece estar muito chateado. Depois do desaire do Merdego... Nem um terço dos votos... Toda a influência que teríamos. Em três tempos a associação do Talá caía... Num instante o barão Enguia seria derrotado. Chefe isto é um rude golpe... Então e o fim da taxa de utilização do Mp3 que tem vindo a assumir contornos exagerados nos últimos anos. Não se lembra dos nossos ideais. Por uma audição gratuita e de qualidade! E o fim da precaridade dos músicos reaccionários e as novas regras da Metalixegurança do Enguia que ameaçam as liberdades fundamentais dos estudantes de Monte das Cabras, já pensou chefe... Chefe... CHEFE!!!!!

- zzzzzzzzz... hum... hein.... ah desculpa adormeci.... Essa cassete enferrujada deixa-me sempre a dormir.
- Oh chefe... e agora??
- Agora não te preocupes... concentra-te nas eleições que aí vêm e não te preocupes...
- O chefe tem algum plano... É que todos os anos é a mesma merda...
- Não te preocupes, já disse. Já tens pessoal?
- Hum... por acaso sim chefe... Uma contratação de luxo... Lembra-se do Sergay, que andávamos a tentar seduzir para a nossa causa à muito tempo.
- O das paxaxas sem gordura?
- Sim esse, conseguimos finalmente convence-lo. Vai ser o nosso designer de campanha...
- BOM!!! Como conseguiram?
- Foi estranhamente fácil... estava todo nú enrolado no chão a dizer "ripar... tenho que ripaaaaar...., GAITENIUm..... Música de MEEEERDAA". Achei estranho. Só precisei da falar 47 minutos sobre a nossa filosofia para o ensino musical... e ficou logo convencido.
- Muito bem... Agora só falta jogar na outra frente...
- Outra frente?
- Sim! Agora que já coloquei a nossa melhor agente no CD - METI...
- No centro de investigação musical? Para quê???
- Lembras-te do louco que rebentou aí com um edifício de Monte das Cabras há uns anos...
- Sim... Mas o que tem a ver...
- O filho dele, o Stefalo Tupensas Entudo, encontra-se no CD - METI. Nesta altura a nossa melhor agente já o deve tar a pôr a tremer, com uma larga cacetada de ensinamentos musicais reaccionários. Para alguém sedento de vingança e raiva... Podemos ajudá-lo... e ele a nós!!! AHAHAHAHAHAAHAHAHAHHAHAHHAHHAHHHHHHH....

Continua...

(Nota do Autor: Começo a duvidar da minha sanidade mental...)

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Terça-feira, Novembro 20, 2007

Natalidades... tipo tosta!

Sentou-se na poltrona e acendeu o cachimbo. A núvem aromática espalhou-se pela sala aquecida naquela noite de Novembro...

Saltou do autocarro e atravessou a estrada em direcção ao shopping. Uma núvem de dióxido de carbono espalhou-se pela avenida naquela noite de Novembro.

Pegou na tenaz próxima de si e ajeitou o madeiro no lume. As noites estavam frias e nada como o conforto da lareira para aquecer aqueles momentos de ócio aos quais se dedicava antes do jantar.

Agarrou o manípulo e abriu a porta do centro comercial. As noites estavam gélidas, mas porra! Ter que gramar com o aquecimento do shopping só porque a mulher lhe disse para trazer o jantar.

Estava quase a fechar os olhos quando uma carícia no rosto o despertou. Olhou e viu a sua mulher em lingerie vermelha. Ela aproximou-se sentou-se ao seu colo e disse docemente:
- Acho que te vou dar uma prenda de Natal com um mÊs de antecedência... E sorrindo desapertou-lhe as calças...

Estava perdido nestes pensamentos quando um esbarrar violento com um objecto o despertou. Olhou e viu um Pai Natal de esferovite carregado de lâmpadas vermelhas. Ele encarou-o, agarrou-se a ele e berrou:
- Foda-se mas tenho que gramar com o Natal, ainda falta um mês. E num acto de loucura despiu suas próprias calças.

Em movimentos ritmados, preparou-se para a explosão dentro de si... E mil luzes de um prazer imenso o envolveram naquele momento, qual fogo de artificio de paixão... e apaixonado abraçou sua mulher...

Em movimentos raivosos, não controlou a raiva dentro de si... E mil luzes de um curto circuito imenso o sacudiram naquele momento... qual fogo de artifício de electrocussão... e bem tostado caiu em cima de um Pai Natal cinzento...

Acendeu um cigarro e olhou para o marido, dizendo em tom de brincadeira...
- Já viste em que alegria te deixei o salsichão?
- É verdade Maria... Mas quem não gosta??

Pousou a maca e olhou para o médico, inquirindo-o com preocupação:
- Já viu em que estado este tipo colocou o nabão?
- É verdade Amilcar... Está assim tipo tosta!!

Domingo, Novembro 11, 2007

Realidades... oh, bosta!!

Ajeitou os pensos do capachinho enquanto dava baforadas no seu charuto fumegante... Desceu à cozinha da sua vivenda com vista para o mar, e ao passar pela menina Bebiana, a sua empregada de 22 anos e corpo de modelo, deu-lhe uma forte palmadinha nas nádegas, dizendo “Que noite esta!”. “Cabrão do velho”, pensou Bebiana.

Escarrou violentamente para o penico a sua especturação matinal, enquanto coçava delicadamente o seu rabo peludo e postulento... Fugiu para o quintal enquanto a sua mulher corria atrás de si, em robe, com uma lingerie que até se poderia considerar sexy, mas não num corpo de uma mulher de 137.8 quilos. “Porra, mais uma noite!”, pensou correndo atrás do autocarro da carris.

Entrou no seu topo de gama novinho, e escolheu qual dos seus cartões de crédito, com avultados plafons cobertos, ia usar. “Hum, este deve chegar para a Madame Viviane!”

Por entre o magote de gente do autocarro, tirou a carteira rota e contou os trocos “20 euros e meio... deve dar para meia hora com a Gertrudes Boca Doce!”

Entregou as chaves ao rapaz, com uma nota de 20 euros, que se apressou a estacionar o bólide “Espero que o cabrão do miudo não me risque o carro!”, pensou, enquanto entrava e lhe traziam, apressados, um uísque duplo.

Saltou do autocarro ainda em andamento e embrenhou-se nas ruas sujas e labirinticas daquela zona da cidade, chegando rapidamente ao albergue decadente do último beco. “O que me apetecia mesmo era uma aguardente velha...” pensou. Trouxeram-lhe um traçado num copo baço e partido.

- Fofa, a Madame Viviane já está à minha espera? – perguntou à menina absurdamente pintada do lobby.
- Claro Doutor Alves... Quarto do costume- esclareceu - Algum brinquedo especial?
- Não, não, deixe estar. – respondeu, dando uma palmadinha no rabiosque da menina e entrando no elevador.

- Reinaldinho, a Gertrudes tá por cá? – perguntou ao brasileiro de dois metros que se encontrava encostado a um bidon de cerveja a palitar os dentes.
- Está sim Guedes, mas tem de esperá um momentinho à porta que ela está acabando.
- Tá bom, vou subindo então - respondeu

Entrou no quarto - o espelho da luxúria. Uma explosão de veludos e cetins vermelhos e rosas envolvia Viviane, no esplendor dos seus 23 anos, vestida com um corpete rosa, cinto de ligas e roupão de cetim. Aproximou-se dele, e à medida que o beijava, despiu-o e levou-o para a cama vermelha.

Esperou que um velho saísse, com ar visivelmente satisfeito. O quarto tinha uma carpete castanha bem suja, as janelas com estores bolorentos, tecto com uma lâmpada pendurada, e no centro apenas um colchão com imensas nódoas. Gertrudes, na decadência dos seus 57 anos, flácida e com excesso de pilosidade corporal, limpava a sua boca estranhamente avermelhada.

Quarenta deliciosos minutos... o tempo necessário a vários momentos de prazer naquele ambiente de sonho.

Quatro explosivos minutos... o tempo necessário à Gertrudes tirar a dentadura, começar a sua “especialidade”, e acabar o serviço.




- Boa dia Doutor Alves. Esteve tudo do seu agrado? – perguntou um rapaz de 30 anos, extremamente bem vestido, que aparentava ser o gerente
- Como sempre, meu amigo, como sempre – respondeu, estendendo o seu cartão de crédito enquanto dava longas baforadas no seu charuto.

- Oi Guedes, tudo bom? – perguntou reinaldinho
- Sim, sim, a gertrudes nunca esquece, nasceu ensinada!! – atirou, ainda ofegante, estendendo os quize euros
- Hoje tem desconto, só dez euros... ela não lhe disse?- inquiriu reinaldinho
- Não sabia de nada...
- É que ela está com uma crise de herpes... outra vez. Mas não tem problema não!
- Ohhh, BOSTA!!!

Sexta-feira, Novembro 02, 2007

Harry Putta em Gaita em Brasa

No capitulo anterior:
"Estendeu as mãos, elas agarraram e começaram a voar.

Lá em baixo a vila desaparecia... à sua volta, orgias molhadas e relampejantes multiplicavam-se... até que ele apagou...

Acordou deitado num espaço branco-acinzentado, com textura a nuvens. Estava nu e tudo era um imenso vazio, sem portas nem janelas.

- “Onde estarei eu?!”

- És nosso prisioneiro, fofinho... Em breve terás uma visita... - ecoaram as paredes.

- Um visita?! Quem? É ela, não é?! - perguntou ele em pânico.

- Ela não! Nós!"


Harry começou a sentir um calor intenso... que vinha de dentro...
Contorceu -se como estivesse a sentir prazer... um prazer diferente... (diferente das habituais piveas matinais)

O estado febril aumentou o fluxo sanguíneo provocando-lhe uma erecção gigante, de tal ordem que duplicou os 16 cm da média e a glande ganhou uma textura diferente, semelhante ao "Cogumelo-falale", muito usado nas fantasias eróticas de jovens biólogos.

Harry estava completamente dominado, em êxtase, ejaculando sem nada fazer, sem nada lhe tocar... sem nada ver! (havia relatos na Vila de que era precoce, mas sem aplicação aqui) E Ejaculando o prazer acontecia....


--- Em terra ---

Inex arrependida do que tinha dito ao seu único herdeiro de Magia Tântrica decidiu ir a seu encontro. Ao sair de casa sentiu um arrepio, um floco de neve caiu-lhe nos lábios, provocando-lhe um gemido de prazer.

-"Ohhhhh Siii!!! Neve dos anjoooos... não! É ela! E raptou o Putta!"
Imediatamente o seus poderes sobrepuseram-se aos seus desejos sexuais, começando a procurar indícios no céu:
-"Nuvens Kamasutricas em movimento!? Onde raio estará ele? Espera, apenas uma está a ter orgasmos explícitos!! Como é que ela consegue tamanho envolvimento da natureza?"


--- De novo com Harry ---
Harry ficou exausto... em menos de 15 segundos tombou e os genitais murcharam, entrando numa fase de sonolência.


- Harry!! - Entoaram novamente as paredes numa voz intemporal - Já me posso apresentar, descarreguei as tuas munições, já não te suicidarás de prazer!

- És ela...? A Maria Inês... - Palrou ele.

- Sim sou eu! Maria Inês! - Apresentou-se enquanto sua imagem se criava dentro do mesmo espaço físico.

Harry começou por ver um ponto de luz, de seguida um foco branco... No contraste eram visíveis curvas femininas, até que finalmente, conseguiu ver um corpo nu... era Maria Inês.


- Glupp... - Engoliu ele em seco.

Harry ficou em silêncio enquanto masturbava o seu intelecto. Nunca tinha visto nada tão perfeito (as meninas das revistas eram amadoras ao lado daquilo), todas as curvas transmitiam erotismo. A pouca pelagem era mágica e ruiva, ao centro fatiavam suculentas curvas que convergiam simetricamente. Harry estava excitado... mas apenas por dentro.

- Harry! abstrai-te do meu corpo, olha-me nos olhos, podes sucumbir ás tuas próprias fantasias! - avisou Inês.

- "Mas como?!" - Elevou o olhar: o ventre era liso e claro; os seios elegantemente volumosos, simétricos e erectos; o pescoço jovial e perfumado; o queixo esbelto; os lábios carnudos e desenhados; os olhos, os olhos verdes-mel prendiam o olhar.

- Isso mesmo Harry. Distraíste dos teus objectivos, como todos os homens, colocando o teu prazer em primeira prioridade... Não queres saber o que estou aqui a fazer?

- Mas como me controlo? Tu estás a dominar o meu corpo!? - respondeu ele francamente.

- Estarei mesmo? Porque aceitaste a boleia das nuvens? Porque não invocaste os teus conhecimentos de Magia Tântrica?


Harry engoliu em seco, já antevendo uma pausa na história....

(não perca a continuação em Harry Putta e as Ordens de Inex)

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Terça-feira, Outubro 23, 2007

Revolução na universidade do monte das cabras IV (o ripanço extra(ordinário) )

O gordo Tálá roncava no sofá... enquanto a Abelha Malha coçava a micose, olhando para o placard electrónico ao estilo POLIS colocado ao fundo da sala...


"já só faltam 43 anos, 7 meses, 42 dias, 23 horas, 17 minutos e 15, 14, 13... segundos para mudar a direcção da associação..."

Pensou... Isto é deixar a revolução correr... Hum... pensar é na festa do Natal. Se calhar três putas bailarinas com um gorro enfiado na pinha... hum... é isso.

...

Sergay voltava a consultar o Forum da universidade em busca de novidades. O barão Enguia continuava a colocar notícias do maravilhoso mundo do Metal em destaque... Ainda ha poucos dias para festejar o aniversário da instituição, preparou um concerto em ré-menor com nabo soprano, mas novo evento se aproximava:

"ÉPOCA DE MÚSICA EXTRA-ORDINÁRIA: PARA QUEM DESEJA UM MESTRADO EM HARD ROCK NEW AGE, E AINDA NÃO COMPLETOU AS CADEIRAS DA LICENCIATURA EM FUSÃO TECHNO-METAL. OS INTERESSADOS DEVERÃO ENVIAR UM MAIL PARA: enguia@cabras.cu"

Bom não tinha nada a perder... resolveu inscrever-se. Era uma hipótese rápida de concluir a formação musical que a restruturada Universidade do Monte das Cabras lhe permitia!

Roeu as unhas de impaciência nos dias seguintes...

Finalmente o grande dia!
Entrou esbaforido com o pífaro na mão e ficou estupefacto por ver o Magnum Auditorium vazio e ás escuras...

Mas... Quando de repente!!! PUF!!!!

"Tens de ripar,
a minha piça de pernas para o ar,
e encontrar o meu nabo para abocanhaaaaar...

E tenho mais dois,
para poderes lamber depois,
com vista para os pintelhos,
enquanto miras a langonha a vir... APENAS...

TENS DE RIPAAAAAAAAAAAAAAAAR..."

O barão enguia tocava todo nu... a guitarra na mão e por trás um cartaz colorido:

GAITENIUM UMC (universidade do monte das cabras)... O nabo inspira-nos!!!

Apre...

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Sábado, Outubro 13, 2007

Poesia Neo-alucinada (ou um sonho colectivo sergiófilo)

Tenho andado a estudar
Uma hipótese muito estranha.
Estou perto de a aceitar
Quanto mais penso, mais se entranha

Sergay, avôzinho de TL, compêlo dôs
Por muitos nomes o conhecemos.
Mas existirá ele na realidade
Ou será uma psicose que todos temos?

Nas pautas está inscrito
Mas na faculdade nunca está.
É muito estranho, admito!
Ninguém o vê, porque será?

Na net parece habitar
Até comenta e escreve na Penal.
Mas alguém pode provar
Que não passa de um bug virtual?

Já esteve em jantares? Uma ilusão!
Na FNAC a ler BDs? Um sonho!
A desenhar em guardanapos? Uma visão!
A tentar comer uma sandes? Que tonho!

-“Tantas vezes que o vi, mais de um milhão!”
Contradiz alguém, que se justifica.
Mas não vê também o papão
O menino que nele acredita?

A teoria é real, submete-te
Estaremos todos a viver uma alucinação?
-“Tenta encontrá-lo, diverte-te”
- “Lamento... mas ele já me ripou o nabão!”

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Sexta-feira, Outubro 12, 2007

Testemunhos da vida de um louco e seus camaradas (pt3)

Tinha chegado a noite de sábado e um grupo de convivas estava a decidir onde deveria decorrer o forrobódó. Ficou acordado entre os mesmos que a victima seria um bar na Alameda D. Afonso Henriques. Dito isto um dos indivíduos exclama:
- Olha! Calha mesmo bem! Aproveito e vou ter com uma amiga minha que mora lá perto para resolver já um assunto!
Assim foi. Chegados ao bar, o grupo de amigos começava a notar a demora excessiva deste último, pelo que um tomou a iniciativa de o ir procurar.
Encontrou-o no cimo da avenida, dentro do carro, de cinto desapertado, com os óculos mal pendurados na face e um sorriso de uma imbecilidade solarenga.
- Pá!- Disse-lhe - Tu não foste ver amiga nenhuma! Foste mas é às putas!
- Errado- retorquiu-lhe calmamente - fui ter com uma amiga... a minha amiga dos bicos!

P.s. Este senhor não só é profissional como tem o doutoramento.
Nota-se!

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