Procheneta em Grupo :: Ponto de encontro na Regueifa

Zé Brito um exímio cozinheiro vivia na sua bela localidade à beira da estrada onde famintos camionistas e mulheres da vida repousavam do trabalho. Aconchegando-se no pacato estabelecimento de restauração lowcost "Reggae Elfa"- mais conhecido pelo parônimo Regueifa numa conjugação de música jamaicana com um rabo élfico.
Os menus eram servidos pela mais esbelta, formosa e voluptuososa garçonete, Joli. Nome alvo fácil dos piropos esfomeados.
Joli, filha do dono, era uma jovem mulher, alta, elegante, de olhos claros - como o azul da rolloute dos gelados, cabelos ruivos - dos verdadeiros, poderes élficos, culta e bastante higiénica. 
  • Élfica por resistir imortalmente aos assédios carnais. 
  • Culta por saber mais de mecânica e futebol do que todos os profissionais do reboque. 
  • Higiénica por nunca ter tocado em nenhum camafeu oleoso apesar do seu rabo precisar de lubrificação constante.
A dinâmica do restaurante tinha direção assistida e, em situações de pré-conflito, os travões ABS entravam em acção.
Numa noite como outra qualquer, no calor de Agosto, um senhor de bigodaça imponente e robusta, apelidado de Patareca Preta sentou-se no balcão corrido, metalizado e soltou algum fertilizante.
- Menina, quero grelar o teu menu com o meu nabo!
Joli habituada a piadas fáceis ripostou.
- Escolha depressa que os nabos fazem falta para a sopa do dia e os grelos já foram mastigados por vários. Quer em esparregado ou prefere na sopa?
- Menina, eu quero o teu cu. Pode ser?
O nível mantinha-se normal. A segunda abordagem era tida como mera frustração masculina.
- Menino, o meu cu não serve para o tamanho do nabo que quer oferecer. Vai ter que procurar grelo noutro estabelecimento, antes que tenha de lubrificar o seu bigode labrego no óleo ressequido da cozinha. Percebeu?
- Menina, não precisa de ser meiga comigo. Óleo ressequido é a minha estrada. Se me virar o rabo saberá do que falo... E falo é algo que não me falta.
Joli começava a ficar impaciente. Grande parte dos assédios não passavam da segunda resposta. Este era mais atrevido e persistente.
- Tenho lá dentro o que precisa para aproveitar a noite.
Deslocou-se à cozinha e no regresso trouxe um prato de sopa do dia com uns flutuantes invulgares.
- O quê isto menina? Eu pedi o teu cu e trazes-me sopa?!
- É a moeda de troca. Se comer dessa sopa tem o meu cu à disposição e para sempre!

Comentários

Captain Dildough disse…
Cheira-me que a história vai resvalar para o cagalhão... O.o
Chas. disse…
fica ao critério de quem quiser pegar... eu não iria por aí. :P
alphatocopherol disse…
Ora alguém que agarre no nabo e sarapinte de branco a publicação (que a mim de momento falta a invaginação.... perdão, como disse?)

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