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A mostrar mensagens de Setembro, 2007

Revolução na Universidade do Monte das Cabras II (A cegada)

Ao mesmo tempo que Sergay tentava conciliar o seu horário, um grande alarido varria uma pequena sala ao lado do antigo bar da dona Crosta, onde agora se vendiam fármacos (a propósito, sabiam que na nova farmácia da Universidade do Monte das Cabras, 99% dos alunos que apresentam incontinência anal, optam por um genérico enfiado pelas bordas acima?).

O gordo Tálá transpirava e bufava que nem um porco! Esta nova medida do barão Enguia necessitava de uma medida interventiva forte. Era agora que a Associação dos Beberantes poderia finalmente mostrar a força que tinha no Monte das Cabras! Iria sem dúvida ser muito melhor que quando a Universidade foi invadida por mais de 700 ovelhas, numa tarde de nevoeiro, ou quando o director queimou a boca quando foi obrigado a comer castanhas de enfiada no São Martinho da indignação!

- Meus Amigos, vamos fazer uma CEGADA!!!!!!
Espanto!
-XIIIIII
-OOOOHHHHHH
- Tálá és o maior!
- Tálá toma lá mais três putas bailarinas para se sentarem nas tuas banhas!
- Viva o tá…

Acabou-se a mama!

Antonov o Inclaudicante não podia acreditar no que os seus olhos viam. Foi um acaso que o levou a clicar no ícone "Penal", mesmo ao lado de "Anal Sluts" na barra dos favoritos. O que se preparava para ser um festim porno na casa de banho tornou-se um desfile de textos abjectos, pejados de calúnias, em que o visado era o seu mentor e pai espiritual Sergëi, o Sereníssimo.
Antonov sentiu o seu sangue ferver! Isto não iria ficar sem resposta. Ao levantar-se do assento da sanita (quase deixou cair o portátil) já tinha algo apropriado em mente...

Rumou àquilo que se assemelhava a um roupeiro, cuja porta deslizante reconheceu a identidade cromossómica da gota de sémen que Antonov depositou no orifício de recolha.

"Bem-vindo, ò Inclaudicante! Ohhh Siiii!!!" soou uma voz artificial num tom orgásmico e sincero como só uma estrela porno pode ter.

Um enorme salão se estendeu perante o olhar, resplandecente de avançados e variados instrumentos de destruição, tortura e…

Harry Putta - Prisioneiro das Cabanas

Harry ainda estava borrado com o que tinha acabado de ouvir: " Trouxeste ao mundo a nossa Maior Rival! Uma Feiticeira temível! Vai ser o fim da Magia Sexual Tântrica!... Chamava-se Maria Inês quando humana".
Aquele nome não lhe dizia nada...

- "Maria Inês?! Vou procurar sobre essa criatura..."

Ainda era meio da manhã quando Harry entrou na "Dildo's Hardcore Library", a decoração interna era um pouco feminina, mas o seu odor corporal afastava qualquer interessada...
Depois de alguns minutos chegou a um humilde livro, de um autor chamado Sergay, "Circuncisado, violado e abandonado por Maria Inês - Deusa ou ET? ".

- "Que título estranho... Quem seria esta mulher?!"

A curiosidade foi acumulando com o que lia sobre ela.

- "Ninfomaníaca... investigadora de feromonas... aliens... mutação genética com esferas metálicas... replicação da raça Ganryubigu... Bolas esta tipa era um espectáculo de mulher!".

- Espera! O que trará ela desta vez!…

Revolução na universidade do Monte das Cabras

Era uma manhã calma... aparentemente...

Na sala de sexo virtual do terceiro piso, não se ouviam gemidos como habitualmente... Uma turba de alunos desesperados tentava simplesmente executar esse acto vital para as suas existências ás 9h 35min e 47 seg exactos! Inscreverem-se nos seus turnos práticos. Mas á hora marcada o espanto foi geral!

- Mas que é isto???
- Não pode??!!!!
- Mas, mas.... nunca vi nada assim...
- Isto nem quando inventaram aquela história da matemática de nível primário para caloiros...
- Incrível!!!
- Estou pasmado!
- Isto nem mesmo quando a dona crosta estava a servir salgadinhos ao xanana do infarmed no final do Alexia e Tutu!!!
- AAAANNNNN?????
- Pssst, cala a boca!
- Foi o que eu disse...

Há já vários anos que Sergay (Esse mesmo que desengurdorou a paxacha da Jéssica e perdeu três centímetros da sua piça quando a resolveu encalacrar na crica da puta vesga da Maria Inês) andava na Universidade do Monte das Cabras, e nunca viu algo similar. Há hora marcada tentou fielmente in…

Poesia gastronómica II (ou o reviver de um sonho cantinado sem validade literária)

A memória de boa gastronomia,
Com aquele sabor original,
Fez-me ir de novo, com alegria!...
À cantina de acção social.

Seja em Coimbra ou em Lisboa,
Sempre a mesma sensação...
É que até ficas á toa,
Com tamanha nutrição!

Bifanas bem ressequidas...
Sopinha de mijo de cão!
Traz umas massinhas coloridas...
Com consistência de sabão!

Bacalhau em salgadas lascas ...
Abrótea á sexta feira!
Mais selecto que muitas tascas...
Já se adivinha a caganeira!

E no que aos doces diz respeito,
Tambem tens por onde escolher.
Melão e arroz doce a preceito...
Para a casa de banho sais a correr!

Ainda não estás satisfeito?
Porque estás a barafustar...?
Por 2 euros... Tem respeito,
E trata de te calar!

Por isso de novo converte-te!
(Para rimar com a famosa terminação!!)
- Toma o tabuleiro... diverte-te!
- Lamento... Mas não tenho picante á mão!

Mas Cá Putta - A banda concreta (Sonhos Qualquercoisaidos remix 2007)

Barbarúlios bebericou um pouco mais de uma cerveja enquanto mirava a nota de 20 euros em cima da mesa. Tinha-a visto pela primeira vez no dia anterior, quando uma raspadinha certeira lhe atribuiu o prémio...

Ao principio as suas formas e cores atraíram-no... à noite colocou-a sobre a mesinha de cabeceira e soltou um suspiro de satisfação por ela estar ali, junto a si...

Mas rapidamente se fartou daquele mero pedaço de papel... "cá putaaaaaa... vai-te embora", gritou, como se a nota tivesse pernas e pudesse andar... Como se nem sequer conseguia falar???

...

Agora tinha que se livrar dela, tinha que ser agora!!! Olhou em volta desesperado depois de sorver o último golo da sua 23ª cerveja. A cervejaria Enconália já se encontrava meia deserta naquele fim de tarde. Viu um empregado jovem que circulava de olhar vago por ali... Era agora ou nunca!

- Ouça lá desculpe, lembra-se quando no ano passado houve aqui na Cervejaria um concerto dos Mamadure?
- Peço desculpa -disse o empregado- Mas…