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Contos do Virgílio - O Repuxo (Continuação)

O velho Virgílio estava agastado. Eis que se preparava para declamar a sua epopeia quando aquela piolhosa matulagem lhe havia estragado o clima de mistério. Riem-se, seus malandros? Então ide-vos foder, vou arranjar público que me mereça! Virgílio estava cansado e bastante disposto a voltar para a sua morada. O único senão é que, na aldeia, não havia criatura mais miserável que Virgílio, o "Sem-Cheta"! Nem um barril tinha pra se poder abrigar... As piadas à sua conta eram facadas no seu peito, só ignoradas pela veemência das facadas da fome. Nem uma porra duma casca de banana tinha para mastigar, à laia de chewing-gum! "O meu maior inimigo é a velhice, ninguém liga aos velhos nesta puta desta aldeia!" pensou Virgílio. De facto, Virgílio era o mais pobre porque a sua idade não lhe permitia trabalhar no campo, e naquele meio rural (pra não dizer atrasado) não havia labor menos pesado de que pudesse tirar o sustento. Não tinha familiares, e também não tinha amigos, poi...

Harrie Putta – Pedrada anatómica

IInex acordou molhada e sobressaltada, tendo-se deslocado até junto da janela para bisbilhotar o que tinha acontecido. Ouvira um estrondo violento... mas seus poderes não conseguiram detectar nada suspeito. IInex era uma Feiticeira Adúltera, sábia em magia sexual e perversa. Exorcitava homosexuais e afastava todos os padres e freiras da religião convertendo-os em praticantes de Tantra. Harrie Putta, um Punheteiro de Feiticeiro, aprendiz de IInex, tinha o fetiche de depilar por magia todas as moças com que se excitava na rua, e não só... Um jovem com poderes ocultos que nem ele próprio sabia como explorar. Harrie nessa madrugada dedicou-se ao estudo da anatomia feminina, queria perceber melhor em que zona ele depilava as mulheres para elas ficarem excitadas. Desde o dia em que três raparigas começaram um chinfrim erótico numa sala de cinema, ele nunca mais largou a varinha, com receio de perder aquela imagem. Tanto estudou que não só descobriu qual era a zona como conseguir...

Mobilização Anal... Penal!!

A todos os contribuidores deste blog imaculado , esses grandes gays, queria deixar uma proposta nada pura: Vão apanhar nessa regueifa lubrificada.... Onde anda o Captain Dildough e os Contos do Virgílio? Aquilo continua... continua... mas deve ser a bater à punheta lá em casa... seu grande punheteiro informático. Toca andar com essa merda!!! E o Stein? Esse contador de histórias eróticas, das melhores do blog... não quer partilhar mais das suas experiências connosco... invejoso! Depois vem para aqui com os bonecos do warcraft a dizer que a internet é para porno... é só graganta :P Havia ainda... o João, do Alexia e Tutu, a maior obra do blog... não há mais nenhuma personagem assim? Tipo Alexia e Tutu que possa aparecer aqui? Senão venha la a Alexia mumificada cheia de Gaze... A tua imaginação faz falta aqui... é um honra matar saudades a estes leitores abichanados... e esfomeados, já viste à quanto tempo não vêem o traseiro da Alexia!? O despercebido, alphatocopherol, grande sabedor d...

O Abilhador

A campainha tocava com grande frenesim às seis e meia da manhã. O sol mal tinha nascido e já os galos fornicavam no galinheiro ensurdecendo de prazer toda a vizinhança. Os lençóis molhados e manchados de um odor reconhecível provavam a incontinência ejaculatória. Zé, o Dobrador de Bilhas , levantou-se da cama ainda a cambalear do seu último copo de vinho maduro e dirigiu-se até à janela. Afastou os cortinados rotos e manchados, e olhou para baixo, para a rua, onde estava estacionada uma carrinha da CavalGalp, uma empresa de gás metano, proveniente de cavalos. “Fodasse pós tipos do gás, óhh caralho... nem me deixam acabar o sono” pensou ele enquanto se dirigia para a entrada abrindo a porta com alguma fúria. - Porra! São horas... - gritou ele incompletamente até ter focado a pessoa que estava à sua porta – Olá, muito bom dia... - o seu rosto coloriu-se de um rosado envergonhado. - Bom dia, Sr. Zé?! Cabe a mim daqui a diante entregar as garrafas de metano. Espero não o ter vindo aco...

Bátiman, seu Viado!

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Pois é, minino! Seu shôu favorito dos anos 60 tá di volta, e mai caipira qui nunca! "Batiman - Feira da Fruta" é uma dublagem deliciosa em qui só entra palavrão! A lógica do episódio é completamente subvertida e, em alguns casos, os diálogos até fazem mais sentido... Têm de confessar que havia uma certa tensão homoerótica entre o Bátima e o seu fiel efebo, o Róbe! Saquem o vídeo e divirtam-se!

Contos do Virgílio - O Repuxo

"-É chegada a hora de vos contar uma das minhas aventuras!" "-Oh, não!" Nenhum dos jovens da tribo mostrava especial interesse na companhia do Sábio, Virgílio. Era um velho carunchoso e sebento, cheirava pior que um bode e fazia questão de rondar gulosamente as donzelas, que lhe travavam a mãozinha exploradora com vigorosos chapadões no focinho. Ainda se desse prendas de jeito... Mas Virgílio não estava para ser contrariado. Ergueu-se do alto da sua corcunda e bradou: "-Ou ouvem o que tenho pra vos dizer, ou vão provar do meu bastão!" Ninguém quis meditar por muito tempo no sentido daquelas palavras. "-Pronto, Mestre, conte lá a história..." O velho mirou avidamente as feições daquele jovem efebo; se era algo que o sacaninha sabia, era afagar-lhe o ego... O ego... Mas continuemos. "-Sentai-vos, pois a minha narrativa será longa em feitos terríveis e perigos muitos!" "-E tangas, então, vai ser um nunca mais acabar..." "-QU...
Era mais um dia a nascer, o sol levantava-se no horizonte devagar, seus raios de sol estendendo-se por todo o lado, entrando pela janela aberta, tocando nos lençois de cetim revoltados, suavemente tocando na cara de Paulo. Ele acordou estremunhado, sem saber onde estava, mas de repente lembrou-se - "tenho de reduzir a quantidade que bebo" pensou ele, o corpo estranhamente dorido, a tentativa de espreguiçar interrompida pelo facto que tinha as mãos atadas nas costas. "Como diacho é que isto aconteceu. Puta, vou ter de chamar por ela. Qual era o seu nome?" Mas ainda se lembrava de parte da noite: o conhecimento no bar foi apenas um instante, os olhos tocaram-se e fizeram faisca. Ele pagou-lhe uma bebida e dai até a convidar para ir até casa dele foi apenas um instante. A mulher estava fora, a aliança bem escondida no bolso do casaco, mais uma conquista de uma noite. O amasso no táxi levou a que o taxista conduzisse mais devagar, a lingua dela penetrou-lhe a boca, as m...