Obstipação de Amor

Dei um peido na noite mais escura
Tão forte estava a feijoada
Que não aguentei a cagada
Que de meus lençóis roubou a alvura

Nem com Tide lhes devolvo a brancura
É a desgraça toda - Mas não foi nada!
Amanhã é dia de consoada
De meu ventre prenúncio de amargura

Sou aquele que tem penico de faiança
Sou o poeta cagado, o sem esperança
O que veio ao mundo para se borrar

Sofrer assim -jamais! antes morrer
Minha salvação é o clister
Porque não posso viver sempre a cagar

Comentários

Chas. disse…
Mas que grande cagada. :P
Anónimo disse…
cagando estava cagado a cagar ficou prá cagada já k de cagado não passava.

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